Contexto da Sindicância
O CFM determinou ao CRM-DF, em 7 de janeiro de 2026, a instauração imediata de sindicância para apurar denúncias sobre assistência médica a Bolsonaro, motivada por relatos de quedas, intercorrências clínicas e histórico complexo do ex-presidente. A nota pública do CFM destacou preocupação com monitoramento contínuo, autonomia médica e assistência em urgências, sem influência externa. Moraes anulou o ato, citando relatório da PF que atesta atendimento adequado no Hospital DF Star, sem sequelas.
Detalhes das Denúncias e E-mails
Até a anulação, mais de 40 denúncias foram recebidas, incluindo quatro iniciais de figuras como Bia Kicis e Ramiro Júnior, que alegavam intervenções "estranhas" ao ato médico, risco à vida e possível negligência por pressões institucionais. Os e-mails, enviados ao STF como prova, questionam se o tratamento respeita critérios técnicos, dignidade humana e ética médica. O CFM enfatizou que nem todas as denúncias foram encaminhadas ao CRM-DF devido à suspensão judicial.
Detalhes das Denúncias e E-mails
Até a anulação, mais de 40 denúncias foram recebidas, incluindo quatro iniciais de figuras como Bia Kicis e Ramiro Júnior, que alegavam intervenções "estranhas" ao ato médico, risco à vida e possível negligência por pressões institucionais. Os e-mails, enviados ao STF como prova, questionam se o tratamento respeita critérios técnicos, dignidade humana e ética médica. O CFM enfatizou que nem todas as denúncias foram encaminhadas ao CRM-DF devido à suspensão judicial.
Resposta do CFM e Medidas Posteriores
O presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, informou ao STF o cumprimento imediato da ordem de Moraes, interrompendo procedimentos e adequando ações institucionais. O conselho justificou sindicâncias como ferramenta legal desde 1984 para garantir ética, com 34 mil casos entre 2020-2025. Apesar das explicações, Gallo deve ser ouvido pela PF em até 10 dias.
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Resposta do CFM e Medidas Posteriores
O presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, informou ao STF o cumprimento imediato da ordem de Moraes, interrompendo procedimentos e adequando ações institucionais. O conselho justificou sindicâncias como ferramenta legal desde 1984 para garantir ética, com 34 mil casos entre 2020-2025. Apesar das explicações, Gallo deve ser ouvido pela PF em até 10 dias.
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