Ah, o Brasil, terra de samba, futebol e decisões judiciais que mais parecem truques de ilusionista! No mais recente episódio da novela "O STF Contra o Mundo", o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu dar um show de mágica: com uma canetada só, anulou a sindicância aberta pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) sobre o atendimento médico ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Porque, né? Nada como um ministro do STF para ensinar aos médicos o que é ou não competência médica. "Flagrante ilegalidade e ausência de competência correicional do CFM em relação à Polícia Federal", decretou Moraes, demonstrando que, além de jurista, ele é especialista em desvio de finalidade – ou seria desvio de atenção?
Para quem perdeu o enredo: o CFM, essa entidade ousada que ousa fiscalizar a ética médica, havia determinado uma sindicância para apurar se Bolsonaro – que, segundo relatos, estaria enfrentando problemas de saúde em sua "estadia" sob custódia da PF – recebeu o atendimento adequado. Denúncias na imprensa e relatos de falta de assistência médica motivaram a nota pública do conselho, que instruiu o CRM-DF a investigar os fatos. Mas Moraes, sempre atento aos detalhes (exceto, talvez, aos seus próprios), viu nisso um "desvio de finalidade" e anulou tudo. E não parou por aí: mandou a Polícia Federal interrogar o presidente do CFM, Mauro Luiz de Britto Ribeiro, para explicar essa "conduta ilegal". Porque, claro, nada diz "democracia" como convocar um médico para depor na PF por ousar... bem, fazer o trabalho dele.
Agora, vamos ao truque principal: será que isso tudo não é uma elaborada cortina de fumaça? Enquanto o país discute se o CFM pode ou não bisbilhotar celas da PF, um elefante de 129 milhões de reais passeia tranquilamente pela sala. Sim, estamos falando do contrato milionário do escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, com o Banco Master – aquela instituição envolvida em fraudes bilionárias que o Banco Central precisou intervir para evitar um colapso maior que o ego de um político em campanha. O documento, revelado pela imprensa no final de 2025, previa pagamentos de R$ 129 milhões em três anos para serviços jurídicos. Prioridade total, segundo o banqueiro Daniel Vorcaro, que determinou que o escritório de Viviane (onde, aliás, trabalham dois filhos do casal) fosse tratado como VIP no meio da bagunça financeira.
Mas calma, não é bem assim – ou é? Algumas fontes juram que o contrato "não existe" ou foi mal interpretado, enquanto outras pedem investigação no Senado. Flávio Bolsonaro, por exemplo, já cobrou explicações, mas até agora, o silêncio é ensurdecedor. Será que Moraes, ao anular sindicâncias e convocar interrogatórios sobre saúde alheia, está apenas distraindo o público? Tipo daqueles mágicos que fazem o coelho sumir enquanto o assistente rouba a carteira da plateia? Nas redes, o burburinho é geral: posts questionam se o ministro não está "mandando no Brasil" via canetadas, enquanto o Banco Master e seus laços com figuras políticas (incluindo petistas e até o "careca do INSS") ficam no escuro.
No X (antigo Twitter), a reação é um misto de indignação e memes: "Agora médicos precisam de autorização do Moraes para tratar Bolsonaro?", ironiza um usuário. Outro vai direto ao ponto: "Deixamos de falar nos 129 milhões que a esposa do Moraes vai ganhar do banco pra focar nas maldades do psicopata. Quem manda no Brasil é o prostituído do Banco Master?" Até ex-ministros como Adolfo Sachsida veem nisso um "recado à sociedade civil": qualquer um que se manifeste pode acabar na PF.
No fim das contas, enquanto Bolsonaro espera por cuidados médicos (ou não), e o CFM se explica na PF, os 129 milhões continuam flutuando como um balão invisível. Moraes, o grande ilusionista, segue no palco, anulando aqui, interrogando ali. Mas cuidado: em mágica, o truque só funciona até o público perceber o espelho. E no Brasil de 2026, os espelhos estão quebrando rápido. Fica a dica, ministro: da próxima, use mais fumaça – ou quem sabe, explique o coelho?
.jpg)
.jpg)













.jpg)





