Em uma operação militar audaciosa realizada pelas forças armadas dos Estados Unidos na madrugada de 3 de janeiro de 2026, o presidente venezuelano Nicolás Maduro foi capturado e transferido para os EUA, onde enfrenta acusações de narcotráfico e outros crimes. A ação, anunciada pelo presidente Donald Trump, gerou reações intensas ao redor do mundo: enquanto grande parte da diáspora venezuelana e opositores internos explodem em comemorações, vozes da esquerda global condenam o que chamam de "intervenção imperialista", gerando uma "choradeira" de críticas e protestos.
A Euforia do Povo Venezuelano: Festas nas Ruas e Lágrimas de Alívio
Para milhões de venezuelanos que sofreram anos de crise econômica, hiperinflação e repressão sob o regime de Maduro, a notícia da captura representou um momento de libertação. Na diáspora – estimada em cerca de 8 milhões de pessoas que fugiram do país nos últimos anos – as celebrações foram imediatas e efusivas. Em cidades como Miami, na Flórida, centenas de venezuelanos se reuniram nas ruas de Doral, cantando hinos nacionais, acenando bandeiras e gritando "liberdade!". Lágrimas de alegria misturavam-se a abraços, com muitos descrevendo o evento como "o fim de um pesadelo". Em Lima, no Peru, dezenas de imigrantes venezuelanos se aglomeraram envoltos em bandeiras, marcando o que chamaram de "o começo de uma nova era".
Dentro da Venezuela, as reações foram mais mistas, mas ainda assim marcadas por otimismo em muitos setores. Em Caracas, multidões tomaram as ruas com uma mistura de celebrações e preocupação, dançando e cantando em meio a um "calmo tenso" após os bombardeios americanos. Relatos de festas espontâneas em bairros opositores contrastam com o silêncio em áreas pró-Maduro, onde pequenos grupos de apoiadores se reuniram em demonstrações de solidariedade. Venezuelanos no Canadá, como em Nova Escócia, relataram acordar com "milhões de mensagens no WhatsApp" de familiares e amigos expressando alívio e esperança por um futuro melhor. Para muitos, a remoção de Maduro é vista como uma oportunidade para reconstruir o país, embora haja temores de instabilidade durante a transição.
SEE PICS: Venezuelans worldwide celebrate as exiles react to Maduro’s capture
A "Choradeira da Esquerda": Críticas e Condenações à Intervenção Americana
Do outro lado do espectro político, a esquerda internacional reagiu com indignação, acusando os EUA de violarem a soberania venezuelana e arriscarem uma nova guerra. No Congresso americano, democratas como o representante Jimmy Gomez questionaram a presença de figuras como Stephen Miller na conferência de imprensa sobre a operação, alertando para possíveis deportações em massa de venezuelanos com status de proteção temporária. Outros políticos de esquerda nos EUA criticaram a ação como "ilegal" e potencialmente desestabilizadora, com temores de que ela "puxe a nação para outra guerra".
Na América Latina, governos de esquerda como o do México condenaram veementemente os ataques, afirmando que qualquer ação militar "coloca em risco a paz regional". Líderes alinhados ideologicamente com o chavismo, como em Cuba e Bolívia, ecoaram as críticas, chamando a captura de "sequestro" e acusando os EUA de buscarem controle sobre o petróleo venezuelano. Nos EUA, células socialistas mobilizaram protestos pró-Maduro em poucas horas, reunindo manifestantes que veem a operação como uma agressão imperialista. Até mesmo think tanks como o Chatham House e o Cato Institute destacaram preocupações constitucionais e de política externa, embora reconheçam a brutalidade do regime de Maduro.
Em redes sociais, a divisão é clara: enquanto posts celebram a "vitória da liberdade", outros lamentam o que chamam de "golpe orquestrado pelos EUA", com acusações de que a mídia ocidental ignora o contexto histórico.
O Que Vem a Seguir? Incertezas no Horizonte
Com Maduro detido em um centro de detenção em Brooklyn, Nova York, e sua esposa Cilia Flores também capturada, a Venezuela entra em um período de transição sob uma junta interina apoiada pelos EUA. Analistas preveem eleições em breve, mas alertam para riscos de violência ou vácuo de poder. Para os venezuelanos, a alegria predominante entre opositores contrasta com as preocupações da esquerda, destacando as profundas divisões ideológicas na região.
Essa operação não apenas altera o mapa político da América Latina, mas também reacende debates sobre o papel dos EUA no hemisfério. Enquanto alguns veem um "epic win" contra o socialismo, outros temem as consequências de longo prazo. O futuro da Venezuela permanece incerto, mas para muitos, o dia 3 de janeiro marca o fim de uma era opressiva.
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