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Moraes intima ex-assessor de Bolsonaro por suposto descumprimento de cautelares

Moraes dá 24 horas para defesa de Filipe Martins explicar uso de rede social durante prisão domiciliar. O ministro do STF determinou esclarecimentos sobre suposto acesso ao LinkedIn, proibido por medidas cautelares impostas ao ex-assessor de Bolsonaro.

Contexto da Decisão

Alexandre de Moraes intimou os advogados de Filipe Garcia Martins Pereira a prestarem esclarecimentos em 24 horas sobre notícia de que ele usou o LinkedIn para buscar perfis de terceiros em 29 de dezembro de 2025. A ordem ocorre após condenação a 21 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, com cumprimento em prisão domiciliar e proibição expressa de redes sociais, inclusive por terceiros.

Risco de Prisão Preventiva

Descumprimento pode levar à prisão preventiva, conforme artigo 312, §1º, do Código de Processo Penal, segundo despacho de Moraes desta terça-feira (30). A medida veio após juntada de provas aos autos, e Filipe usa tornozeleira eletrônica, com residência restrita à sua cidade.

Reação da Defesa

O advogado Jeffrey Chiquini chamou a intimação de "perseguição política sem fim", destacando cumprimento exemplar das cautelares até então e questionando o que mudou após elogio recente de Moraes. Ele nega violação, afirmando ausência de fatos concretos para justificar agravamento

Alívio Nacional: PGR Confirma que Contrato Milionário da Esposa de Moraes com Banco Master é "Totalmente Normal"

 Em uma decisão que chocou absolutamente ninguém familiarizado com as tradições jurídicas brasileiras, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, anunciou hoje que o contrato de R$ 129 milhões entre o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes – esposa do ministro Alexandre de Moraes, do STF – e o Banco Master não apresenta "qualquer ilicitude". Ufa! O país pode dormir tranquilo sabendo que tudo está perfeitamente dentro da lei.

Segundo Gonet, que analisou o caso com a profundidade de quem lê apenas as manchetes, "não se vislumbra, a priori, qualquer ilicitude que justifique a intervenção desta instância". Traduzindo para o português claro: "Olha, gente, é só um contratinho de 3,6 milhões por mês durante três anos, nada demais. Advogados precisam comer também, né?". Ele ainda enfatizou que a PGR não tem o hábito de se meter em "negócios jurídicos entre particulares", especialmente quando envolvem a "autonomia intrínseca à atividade liberal da advocacia". Porque, convenhamos, nada mais liberal do que um banco em crise pagar uma fortuna mensal a um escritório ligado a um dos homens mais poderosos do Judiciário.

O pedido de investigação, apresentado pelo advogado Enio Martins Murad, baseava-se em meras "suposições" jornalísticas – aquelas bobagens como reportagens do O Globo sobre ligações insistentes de Moraes ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, justamente quando o Master estava na corda bamba. Gonet foi categórico: as matérias "não ostentam densidade suficiente" para mobilizar o aparato da PGR. Densidade? Ora, densidade é o que falta mesmo é na transparência desses contratos familiares, mas quem somos nós para questionar?

Fontes próximas ao STF comemoram a decisão como uma vitória da "independência das instituições". "Imagine se todo contrato de esposa de ministro tivesse que ser investigado? O Brasil pararia!", ironizou um assessor anônimo, enquanto polia o carro oficial. Já os críticos, aqueles chatos que insistem em falar de conflito de interesses, foram lembrados de que o contrato foi assinado antes da liquidação do banco – ou seja, tudo planejado com antecedência, como um bom negócio familiar.

No fim das contas, o "arquivamento" prova mais uma vez que no Brasil tudo é possível: bancos em apuros contratam escritórios de familiares de ministros, ministros ligam para autoridades reguladoras, e ninguém vê nada de errado. É a magia da impunidade seletiva! Parabéns à PGR por manter a tradição: quando o cheiro é forte, basta dizer que "não vislumbra" e pronto.

Que venha 2026 com mais contratos assim. O povo agradece – ou pelo menos finge que não vê.

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Boletim médico pós-operatório de Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro segue em recuperação pós-operatória após cirurgia de hérnia inguinal bilateral realizada no dia 25 de dezembro de 2025, em hospital de Brasília. Boletim médico divulgado nesta sexta-feira (26) afirma que ele iniciou fisioterapia e ajustes em medicações, sem previsão de novos procedimentos imediatos.

Detalhes da Cirurgia

O procedimento, autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes do STF, durou cerca de quatro horas sob anestesia geral e corrigiu hérnias nas duas virilhas, com colocação de tela de polipropileno para reforço abdominal. Trata-se da oitava cirurgia relacionada à facada sofrida em 2018, sem intercorrências reportadas.

Situação Atual

Bolsonaro está internado no DF Star para cuidados pós-operatórios, com reabilitação incluindo fisioterapia, analgesia otimizada e prevenção de trombose. A equipe ajustou remédios para soluço refratário e refluxo gastroesofágico, com reavaliação prevista para segunda-feira (29) sobre possível bloqueio do nervo frênico. Alta hospitalar é estimada em até sete dias

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Deputada Carla Zambelli é agredida na cadeia

Carla Zambelli, ex-deputada federal pelo PL-SP, sofreu agressões de outras detentas em um presídio de Roma, na Itália, e teve sua cela alterada por intervenção de seu advogado. Os episódios ocorreram ao menos três vezes antes de setembro de 2025, levando à transferência dela do andar térreo para um superior.

Contexto da Prisão

Zambelli cumpre pena de 10 anos de reclusão imposta pela Primeira Turma do STF por invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com um hacker. Ela fugiu do Brasil logo após a condenação em maio de 2025 e foi presa em julho na Itália, onde permanece detida no presídio feminino de Rebibbia.

Agressões e Transferência

A ex-parlamentar relatou as agressões à administração do presídio, mas nenhuma medida inicial foi adotada devido à alta rotatividade de detentas estrangeiras. O advogado Fábio Pagnozzi solicitou formalmente a mudança de andar para proteger sua integridade física, e o pedido foi concedido.

Renúncia ao Mandato

Em 14 de dezembro de 2025, Zambelli renunciou ao mandato na Câmara dos Deputados para evitar cassação determinada pelo STF, que anulou votação do plenário da Casa. O suplente Adilson Barroso (PL-SP) assumiu a vaga, conforme decisão do presidente Hugo Motta (Republicanos-PB). A extradição para o Brasil ainda está em análise pela Justiça italiana.

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PF mira Sóstenes e Jordy (PL): Desvio de cotas ou cortina de fumaça?


A Polícia Federal deflagrou em 19 de dezembro de 2025 a Operação Galho Fraco, investigando deputados do PL por desvio de cotas parlamentares via empresas de fachada, como locadoras de veículos. Outros parlamentares do partido enfrentam ações no STF por corrupção em emendas, com processos em andamento desde 2024. Não há relatos recentes de senadores do PL sob investigação ativa.

Operação Galho Fraco

A ação cumpriu sete mandados de busca e apreensão no DF e RJ, mirando os deputados Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Carlos Jordy (PL-RJ), com apreensão de celulares e R$ 430 mil em espécie no quarto de hotel de Sóstenes. A PF apura peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa, desdobramento da Operação Rent a Car de 2024, com movimentações suspeitas somando R$ 286 mi. Sóstenes alega que o dinheiro vem de venda de imóvel, enquanto Jordy nega irregularidades e fala em perseguição.

Desvio de Emendas Parlamentares


Em março de 2025, a 1ª Turma do STF tornou réus por unanimidade os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e o ex-deputado Bosco Costa (PL-SE) por organização criminosa e corrupção passiva. A PGR pediu condenação em novembro, após denúncia de propina de R$ 1,66 mi em troca de R$ 6,67 mi em emendas para São José de Ribamar (MA). O caso segue em instrução, com depoimentos pendentes.

Posição dos Investigados

Os deputados Sóstenes e Jordy negam envolvimento e atribuem as ações a motivações políticas. No caso das emendas, os réus contestam as acusações, mas o STF manteve a decisão em abril. Nenhuma condenação final foi proferida até o momento.

Será cortina de fumaça, para tentar abafar escândalos envolvendo parentes de Lula, e esposa do Alexandre de Moraes?​ Em todo caso as investigações deverá revelar a verdade.

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Lulinha no Centro do Escândalo do INSS


Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula, continua no epicentro das investigações sobre a "Farra do INSS", um esquema bilionário de fraudes contra aposentados. Documentos da Polícia Federal revelam que ele viajou de primeira classe para Portugal com Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS", em novembro de 2024, gerando suspeitas de proximidade.
Depoimentos e Acusações

Edson Claro, ex-funcionário ligado ao Careca, depôs que Lulinha recebia uma "mesada" de R$ 300 mil mensais e um pagamento de R$ 25 milhões do empresário, além de supostas sociedades no exterior para contratos no Ministério da Saúde. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, afirmou que as investigações correm em sigilo e evitou comentar citações ao nome de Lulinha.
CPMI e Rejeição de Convocação

A CPMI do INSS rejeitou por 19 a 12 votos a convocação de Lulinha, proposta pela oposição após o depoimento de Claro, que menciona pagamentos a dirigentes do PT como Ricardo Bimbo. Senador Eduardo Girão (Novo-CE) destacou indícios de envolvimento em fraudes e lavagem de dinheiro.​​
Mudança para o Exterior

Lulinha reside em Madri desde meados de 2025, o que levanta questionamentos sobre acesso antecipado às investigações pela oposição. Pessoas próximas negam irregularidades na viagem e ameaçam processos judiciais contra associações ao escândalo, sem provas documentais diretas divulgadas até o momento.

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Flávio Bolsonaro denuncia Lulinha ao TCU: indícios de fraudes bilionárias

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) protocolou nesta segunda-feira (15/12) uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) pedindo auditoria urgente no INSS e no Ministério da Previdência Social para apurar possíveis irregularidades envolvendo Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), filho mais velho do presidente Lula (PT).

A ação se baseia em indícios de ligação entre Lulinha e o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, investigado na CPMI do INSS por suposto esquema de fraudes e desvios bilionários em benefícios de aposentados e pensionistas. Testemunhas, como Edson Claro, relataram pagamentos suspeitos a Lulinha, incluindo uma “mesada” mensal de cerca de R$ 300 mil e valores que somariam R$ 25 milhões, sem contrato formal conhecido.

Flávio solicita que o TCU investigue:

  • Possível favorecimento indevido, conflito de interesses e uso irregular da máquina pública.
  • Eventual responsabilidade direta ou indireta do presidente Lula, devido ao vínculo familiar.
  • Atuação do Sindicato Nacional dos Aposentados (Sindnapi), onde Frei Chico (irmão de Lula) é vice-presidente, e que também é alvo de investigação da PF.

A iniciativa vem após a CPMI do INSS rejeitar (em 4/12) a convocação de Lulinha para depoimento, por 12 a 9 votos (ou variantes reportadas). O TCU ainda não decidiu sobre a abertura de processo.

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Bolsonaro corre risco de estrangulamento intestinal, alerta laudo médico

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília desde novembro, protocolou nesta segunda-feira (15/12) novo pedido ao ministro Alexandre de Moraes (STF) para autorização urgente de cirurgia de herniorrafia inguinal bilateral (correção de hérnias nas duas virilhas), internação hospitalar de 5 a 7 dias e transferência para prisão domiciliar humanitária.

Segundo laudo médico anexado (baseado em ultrassom realizado no domingo, 14/12, dentro da PF), Bolsonaro apresenta hérnias inguinais bilaterais com protrusão de alça intestinal, agravadas por crises frequentes de soluço (sequela da facada de 2018). Esses soluços aumentam a pressão abdominal, elevando significativamente o risco de encarceramento ou estrangulamento intestinal — complicação grave que pode exigir cirurgia emergencial com riscos muito maiores.

Os advogados argumentam que o quadro clínico evoluiu de forma objetiva, tornando a intervenção imediata necessária para evitar agravamento súbito. Anteriormente, Moraes havia determinado perícia médica oficial pela PF em até 15 dias para avaliar a real urgência.

A notícia é amplamente repercutida como estratégia da defesa para obter regime domiciliar, com base em relatórios médicos privados.

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NÃO ERA PELOS DIREITOS HUMANOS, NEM PELA JUSTIÇA: Trump perdoa Moraes e prova que era só interesses americanos!

 Em um golpe duro e inesperado para milhões de brasileiros que depositavam esperanças em Donald Trump como aliado na luta pela liberdade de expressão e contra a perseguição política no Brasil, o governo dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira (12) a retirada das sanções impostas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, à sua esposa Viviane Barci de Moraes e ao Instituto Lex, empresa da família.

As sanções, aplicadas em julho de 2025 sob a Lei Global Magnitsky, foram justificadas na época como punição por "graves abusos de direitos humanos", incluindo detenções arbitrárias, supressão da liberdade de expressão e uma "caça às bruxas" contra opositores políticos – com destaque para o processo que levou à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos de prisão por suposta tentativa de golpe e plano para envenenar Lula.

Trump, em pessoa, havia chamado o julgamento de Bolsonaro de "witch hunt" (caça às bruxas) e imposto tarifas de até 50% sobre produtos brasileiros, alegando defesa da democracia e dos direitos humanos. Milhões de conservadores brasileiros celebraram, vendo nisso um apoio real à direita e à luta contra o que chamavam de ditadura judicial no STF.

Mas hoje, em apenas cinco meses, tudo desmoronou. O Departamento do Tesouro dos EUA removeu Moraes e sua família da lista de sancionados, declarando que manter as medidas "não é mais consistente com os interesses de política externa dos Estados Unidos". Fontes oficiais americanas ligaram a decisão à aprovação recente de um projeto de lei de anistia na Câmara dos Deputados brasileira – que pode beneficiar condenados pelos eventos pós-eleições de 2022, incluindo aliados de Bolsonaro – e à melhora nas relações comerciais com o governo Lula, com redução de tarifas em novembro.

Sim, leitor: enquanto Bolsonaro permanece preso, condenado a 27 anos por tramar um golpe e plano para envenenar Lula, Trump negociou diretamente com Lula. Telefonemas, elogios na ONU, reuniões e acordos comerciais culminaram no perdão a Moraes. O que era vendido como cruzada por democracia e justiça revelou-se puro pragmatismo: interesses econômicos e geopolíticos americanos acima de tudo.

Resta saber o que foi negociado em troca. O que Lula entregou ao governo americano? Foi apenas a aprovação dessa anistia "na direção certa", como disse um oficial de Trump, ou há mais por trás? Concessões comerciais secretas? Alinhamento em questões internacionais? Ou simplesmente o Brasil cedendo para evitar mais tarifas e isolamento? A direita brasileira, que via em Trump um salvador, foi usada como moeda de troca em negociações bilaterais.

Eduardo Bolsonaro expressou "pesar" com a notícia, agradecendo o "apoio demonstrado", mas o amargo sabor da traição é inegável. A direita foi apunhalada pelas costas por quem jurava ser aliado.

Não era sobre direitos humanos. Não era sobre democracia verdadeira ou justiça imparcial. Era sobre tarifas, comércio e poder. Trump aqueceu relações com Lula e jogou no lixo o apoio que prometia aos patriotas brasileiros.

Acorda, Brasil! Salvadores estrangeiros não existem. A luta pela liberdade, contra a censura e pela verdadeira democracia é nossa, e só nossa. Bolsonaro e milhões de conservadores foram traídos. Chega de ilusões: a batalha continua aqui, nas ruas, nas urnas e na resistência diária.

A direita foi traída. Mas não será derrotada.

#TrumpTraiuBolsonaro #MoraesLivrePorTrump #OQueLulaEntregou #InteressesAmericanosAcimaDeTudo #DireitaApunhalada #BrasilAcorda

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Polêmica no STF: Alexandre de Moraes Anula Decisão da Câmara e Mantém Cassação de Carla Zambelli

Por Redação Sintonize o Som | Pernambuco | 11 de dezembro de 2025

Em um desfecho que reacende o eterno embate entre os Poderes da República, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou nesta quinta-feira (11) a votação da Câmara dos Deputados que havia rejeitado a cassação do mandato da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). A decisão, proferida em caráter monocrático, determina a perda imediata do cargo da parlamentar, condenada a 10 anos de prisão por crimes graves contra o Estado Democrático de Direito, e ordena a posse do suplente em até 48 horas. O caso, que envolve invasão hacker a sistemas judiciais e uma fuga internacional, expõe as fissuras entre Legislativo e Judiciário – e, de quebra, vira trilha sonora para debates acalorados nas redes e nos corredores do Congresso.

O Contexto da Condenação: De Deputada Bolsonarista a Foragida Internacional

Carla Zambelli, conhecida por seu alinhamento ferrenho ao ex-presidente Jair Bolsonaro e por postagens polêmicas nas redes sociais, foi condenada em maio de 2025 pela Primeira Turma do STF, por unanimidade, a 10 anos de reclusão em regime fechado. O crime? Coordenação de uma invasão cibernética ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2023, ao lado do hacker Walter Delgatti Neto – o mesmo que já havia se tornado figura central em escândalos como o das "fake news" contra Moraes. O objetivo da trama, segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), era inserir documentos falsos, incluindo um mandado de prisão fictício contra o próprio ministro Alexandre de Moraes, com o fito de desestabilizar as instituições.

Delgatti, em depoimento, apontou Zambelli como a "autora intelectual" da operação, descrevendo-a como uma ação "premeditada e organizada" para minar a credibilidade do Judiciário. A defesa da deputada rebateu, alegando que as provas se baseavam apenas em delações premiadas, mas o STF, com votos de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux, rejeitou os recursos e declarou o trânsito em julgado em junho. Resultado: suspensão imediata dos direitos políticos e perda automática do mandato, conforme o artigo 55, inciso VI, da Constituição Federal.

Fugindo de um mandado de prisão, Zambelli foi detida em julho na Itália, onde possui dupla cidadania. Lá, aguarda extradição – com audiência marcada para o dia 18 deste mês. Enquanto isso, o Brasil pressiona Roma via Itamaraty, e o Ministério Público italiano já emitiu parecer favorável ao envio.

A Manobra da Câmara: Votação na Madrugada e o "Não" à Cassação

A polêmica explodiu na Câmara dos Deputados na madrugada de 11 de dezembro. A Mesa Diretora, obrigada a analisar a condenação do STF, encaminhou o caso ao plenário após aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), por 32 a 2. Mas, em uma sessão tensa e repleta de discursos inflamados, a Casa rejeitou a cassação: 227 votos a favor (insuficientes para o quórum qualificado de 257 entre 513 deputados), 170 contra e 10 abstenções. Aliados de Zambelli, majoritariamente da base bolsonarista, celebraram a vitória como "defesa da independência do Legislativo", com figuras como o deputado Diego Garcia (Republicanos-PR) argumentando que a votação era um "juízo político" soberano.

O líder do PT, Lindbergh Farias (RJ), não engoliu: protocolou mandado de segurança no STF, questionando como uma condenada em regime fechado poderia exercer o mandato – "exigindo presença no plenário e nas comissões", ironizou. A votação, vista por críticos como uma "manobra imoral" para proteger uma fugitiva, durou horas e dividiu a base governista, com abstenções que selaram o impasse.

A Intervenção de Moraes: "Ato Nulo por Inconstitucionalidade"

Não demorou para o STF reagir. Relator do caso desde o início, Alexandre de Moraes, conhecido por decisões firmes contra ameaças à democracia (como nos inquéritos das fake news e dos atos antidemocráticos), declarou a deliberação da Câmara "nula por evidente inconstitucionalidade". Em seu despacho, o ministro foi cirúrgico: "A perda de mandato em casos de condenação criminal transitada em julgado é automática e de competência exclusiva do Judiciário. Cabe à Mesa da Câmara apenas formalizar o ato, de forma vinculada e declaratória – não submeter a voto político". Ele citou precedentes desde o Mensalão (Ação Penal 470, 2012) e casos como os de Paulo Maluf e Ivo Cassol, reforçando que a Constituição não permite "desvio de finalidade" ou violação aos princípios de legalidade e moralidade.

Moraes determinou que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), edite ato declaratório da vacância e emposse o suplente Adilson Barroso (PL-SP) – conhecido como Coronel Tadeu – em até 48 horas, sob pena de descumprimento de ordem judicial. Para referendar a medida, convocou sessão virtual da Primeira Turma na sexta-feira (12), das 11h às 18h. "É o Judiciário quem determina a perda; o Legislativo, quem declara", resumiu.

Reações: De Elogios à "Vitória da Democracia" a Gritos de "Ativismo Judicial"

A decisão de Moraes ecoou como um trovão nas redes sociais e na política. De um lado, progressistas e juristas aplaudiram: a deputada Laura Sito (PT-RS) chamou de "vitória do povo brasileiro", enquanto o deputado Ivan Valente (Psol-SP) destacou que "a democracia não se curva ao golpismo". Perfis como @ocafezinho e @sputnik_brasil viram na anulação uma "restauração da ordem constitucional", com memes comparando a Câmara a uma "banda desafinada" tentando ignorar o regente (o STF).

Do outro, bolsonaristas e oposicionistas acusam "interferência excessiva". Aliados de Zambelli, como em postagens do @revoltadoonline, lamentam uma "invasão ao Legislativo", ecoando o discurso de "ativismo judicial" que Moraes tanto combate. O caso de Zambelli não é isolado: ele se soma a outro processo contra ela por porte ilegal de arma, também com perda de mandato prevista, e reacende debates sobre limites entre poderes – tema que, ironicamente, Zambelli tanto explorou em lives e posts.

O Que Vem Por Aí: Extradição, Posse e o Som da Discórdia Política

Com a cassação efetivada, Coronel Tadeu assume a vaga, alterando o equilíbrio na bancada paulista do PL. Zambelli, presa em Roma, segue sem mandato – e sem direitos políticos enquanto durar a pena. A extradição, se aprovada, a traria de volta para cumprir a sentença no Brasil. Enquanto isso, o episódio soa como uma sinfonia desafinada na política nacional: de um lado, a defesa intransigente da Constituição; do outro, clamores por "autonomia legislativa". No Sintonize o Som, ficamos atentos ao próximo compasso – porque, nessa orquestra republicana, ninguém sai ileso do solo.

Fontes: STF, Agência Brasil, CNN Brasil, O Globo e postagens recentes no X (antigo Twitter). Imagens: Reprodução/Agência Brasil.



Jim Caviezel Vive Bolsonaro: Filme "Dark Horse" Revela Imagens de Bastidores e Entra em Polêmica



Sintonize o Som – 08 de dezembro de 2025 – O filme "Dark Horse" (O Azarão), que retrata Jair Bolsonaro como herói vítima de conspiração durante o atentado de 2018, vazou imagens dos bastidores com o ator Jim Caviezel, de "A Paixão de Cristo", no papel principal. As gravações, iniciadas em outubro em São Paulo, foram concluídas no Brasil após três meses, com a produção agora em pós nos EUA para estreia em 2026.

Elenco e Enredo Heroico

Jim Caviezel interpreta Bolsonaro, com Lynn Collins, Esai Morales e Felipe Folgosi como policial federal no elenco internacional. O roteiro de Mário Frias (PL-SP), dirigido por Cyrus Nowrasteh, foca o atentado em Juiz de Fora como trama de esquerda e crime organizado, incluindo flashbacks de Bolsonaro militar contra tráfico nos anos 80. Filhos como Flávio (Marcus Ornellas), Eduardo (Eddie Finlay) e Carlos (Sergio Barreto) aparecem em cenas hospitalares.

Vazamentos e Sigilo Extremo

Fotos e vídeos multiplicam-se nas redes apesar de força-tarefa anti-vazamento, com revistas em equipe e sigilo total por serem gravadas em inglês. Mário Frias compartilhou teaser nos bastidores, elogiando Caviezel como símbolo de fé e agradecendo Tarcísio de Freitas. Apoiadores celebram o projeto como batalha cultural via cinema.

O longa promete tom conservador, reacendendo debates sobre cinema político.

A Estratégia de Bolsonaro: Flávio como Pré-Candidato e a Pressão...

 A Estratégia de Bolsonaro: Flávio como Pré-Candidato e a Pressão pela Anistia aos Presos do 8 de Janeiro

Por Equipe Sintonize o Som – 08 de dezembro de 2025

Em um movimento que mistura astúcia familiar e sobrevivência política, o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso desde novembro na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, indicou seu filho mais velho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), como pré-candidato à Presidência da República nas eleições de 2026. A decisão, confirmada nesta sexta-feira (5) pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto, surge em meio a uma condenação que impõe 27 anos e três meses de prisão ao ex-mandatário por tentativa de golpe de Estado, além de inelegibilidade até 2060. Mas por trás da escolha, analistas veem uma estratégia clara: evitar o esquecimento do bolsonarismo e reacender o debate sobre a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes em Brasília.

 O Contexto da Prisão e da Inelegibilidade: Um Golpe Contra a Democracia?

A saga judicial de Bolsonaro ganhou contornos definitivos em setembro de 2025, quando a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) o condenou por liderar uma organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. A pena, em regime inicial fechado, foi ratificada em novembro, levando à prisão preventiva do ex-presidente após ele danificar a tornozeleira eletrônica durante prisão domiciliar.  Antes disso, decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já o tornavam inelegível até 2030 por abuso de poder político e uso indevido de meios de comunicação durante a campanha de 2022. 

Para os bolsonaristas, trata-se de uma "perseguição política" orquestrada pelo STF, especialmente pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso. A defesa alega parcialidade, ilegalidade na delação do ex-ajudante de ordens Mauro Cid e cerceamento de defesa, mas o STF rebateu, destacando provas irrefutáveis de uma trama para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva.  Sete aliados, incluindo ex-ministros como Walter Braga Netto e Augusto Heleno, também foram condenados, marcando a primeira vez na história brasileira que um ex-presidente é punido por tentativa de golpe.

Flávio Bolsonaro: O Herdeiro Escolhido para Não Esquecer o Nome da Família

Flávio, de 44 anos, advogado e empresário eleito senador pelo Rio de Janeiro em 2018, assumiu o papel de porta-voz oficial da família desde a prisão do pai. Em visita à PF na terça-feira (2), ele ouviu pessoalmente a indicação de Bolsonaro para liderar o PL na corrida presidencial. "É com grande responsabilidade que confirmo a decisão da maior liderança política e moral do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, de me conferir a missão de dar continuidade ao nosso projeto de nação", escreveu o senador em suas redes sociais.  

A escolha surpreendeu o mercado financeiro e parte da direita, que articulava nomes como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ou o irmão Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Flávio, visto como mais moderado que os irmãos, é apostado para unificar o PL e preservar o "capital político" da família, com viagens pelo país para montar palanques e confrontar o governo Lula. Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, deve disputar o Senado pelo DF, enquanto um nome de centro pode ser vice na chapa.  

No X (antigo Twitter), a reação foi imediata: apoiadores como Débora Menezes celebraram "o Capitão já decidiu", enquanto críticos, como o presidente do PP, Ciro Nogueira, questionam a viabilidade sem pesquisas sólidas.  Eduardo endossou "100%", mas o Centrão – que já negociava sucessores com Tarcísio – vê na jogada um risco de isolamento do bolsonarismo radical.   Flávio condicionou sua desistência à liberdade do pai: "Só se Bolsonaro estiver livre, nas urnas, caminhando com seus netos". 

A "Apunhalada pelas Costas" da Direita e do Centrão

Bolsonaro, outrora ícone da direita, sente o peso da traição interna. O Centrão, pragmático, preferia Tarcísio para alianças amplas e estabilidade econômica – uma chapa com Michelle como vice era o cenário ideal no Planalto.  A indicação de Flávio azedou relações: o mercado reagiu com queda no Ibovespa e alta do dólar, perdendo R$ 62 bilhões em valor de bancos.  Líderes como Nogueira e Antônio Rueda (União Brasil) enfatizam "compromisso com o Brasil que precisa avançar", sem endosso explícito.  No PL, a estratégia é clara: Flávio como "teste de viabilidade" para medir apoio antes de 2026. 

Anistia aos Presos do 8 de Janeiro: O Fogo que Não Pode Esfriar

Não deixar o tema "esfriar" é o segundo pilar da jogada. Flávio prioriza a anistia "ainda neste ano", ampliando o PL 2.162/2023 para incluir não só participantes, mas apoiadores – doações, logística e posts em redes.   Aprovada urgência na Câmara em setembro, a proposta perdoa crimes como descrédito eleitoral e ataques a instituições, exceto hediondos, beneficiando os 898 condenados até janeiro de 2025.  

O PL pressiona Hugo Motta (Republicanos-PB) para votação imediata, com mais de 300 votos na urgência anterior.  Mas o governo Lula mobiliza a base contra: "Não há ambiente político", diz José Guimarães (PT-CE).  Relator Paulinho da Força (Solidariedade-SP) chama de "sonho de verão" anistia a Bolsonaro, propondo apenas dosimetria de penas.  No Senado, Cleitinho (Republicanos-MG) clama por "ampla, geral e irrestrita".  No X, bolsonaristas ecoam: "Anistia já! Libertem os inocentes torturados". 

Juristas alertam: anistia a crimes contra a democracia é inconstitucional, como no indulto a Daniel Silveira derrubado pelo STF.  Ainda assim, o tema pacifica ou polariza? Para o Planalto, favorece Lula; para o bolsonarismo, é o grito de guerra.

O Que Vem Pela Frente: Uma Direita Dividida ou Unificada?

A estratégia de Bolsonaro é um xadrez arriscado: Flávio herda o legado, mas carrega rejeição (atrás de Lula em pesquisas) e o peso de escândalos como a "rachadinha".  O Centrão observa, e atos como a vigília de novembro mostram base fiel.  Se a anistia avançar, pode libertar o "Capitão" para as ruas em 2026 – o "preço" de Flávio. Caso contrário, o bolsonarismo arrisca isolamento.

No Sintonize o Som, vemos nisso o pulso de uma nação polarizada: o desejo de justiça versus o clamor por perdão. 2026 promete ser épico – ou explosivo. Fique ligado!

Governo Lula consegue barrar convocação do Lulinha para CPMI do INSS

Brasília, 4 de dezembro de 2025 – A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS rejeitou nesta quinta-feira (4) a convocação do empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A votação terminou em 19 votos contrários e 12 favoráveis, garantindo uma vitória para a base governista que mobilizou sua maioria para impedir o avanço da oposição.​

Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. foto reprodução/internet


Acusações e contexto da "farra no INSS"

O requerimento, apresentado pelo deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), baseou-se em depoimentos recentes à Polícia Federal. Uma testemunha, ex-funcionário de Antônio Carlos Camilo Antunes (o "Careca do INSS"), afirmou que Lulinha recebia uma "mesada" de cerca de R$ 300 mil do empresário, apontado como operador central das fraudes em descontos indevidos de aposentados. A defesa de Lulinha classificou as alegações como "pirotécnicas" e sem provas concretas.​​

A CPMI investiga a "farra do INSS", esquema revelado em 2023 que movimentou bilhões em descontos fraudulentos de associações em benefícios previdenciários. A operação policial Sem Desconto, deflagrada em abril, levou à demissão do ex-presidente do INSS e do ministro Carlos Lupi, com foco em filiações irregulares e desvios.​

Outras decisões e rumos da comissão

Na mesma sessão, a CPMI aprovou a convocação do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), mas rejeitou pedidos para ouvir chefes de bancos como C6, Santander e a presidente do Banco Crefisa, Leila Pereira. O presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), pediu prorrogação dos trabalhos por 60 dias, decisão que depende do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre.​​

A sessão marcou o fim das atividades da CPMI em 2025, com depoimentos remarcados para após o recesso, em fevereiro. A oposição criticou a rejeição como "blindagem" ao governo, enquanto aliados destacam a falta de vínculo direto de Lulinha com as fraudes.

Sintonize o Som acompanha de perto as movimentações políticas em Brasília e os impactos na Previdência Social. Fique ligado para atualizações!



A CULPA É SUA!

Se existe alguém passando fome neste país, a culpa também é sua.
Se falta emprego, se o comércio fecha as portas, se os jovens perdem o futuro, a culpa é sua.
Se a violência cresce e a sensação de insegurança domina as ruas, a culpa é sua.
Se a carga tributária continua sufocando quem trabalha, enquanto serviços públicos desabam, a culpa é sua.
Se a impunidade se tornou rotina, a culpa é sua.

Porque, quando você escolhe — consciente — votar em políticos conhecidos por escândalos, desvios e promessas vazias, está assinando um contrato autorizando-os a repetir tudo aquilo que já mostraram saber fazer: desperdiçar dinheiro público, transformar esperança em frustração e tratar o país como se fosse propriedade particular.

O Brasil não chegou a esse ponto por acaso.
Chegou porque muitos preferem fechar os olhos, aceitar migalhas, trocar o futuro por favores momentâneos, acreditar em discursos decorados e ignorar fatos escancarados.

Enquanto continuarmos elegendo quem enriquece às custas da fome do povo, quem usa o cargo para benefício próprio, quem transforma corrupção em método de governo, nada vai mudar.
E não adianta apontar o dedo para Brasília, para o vizinho, para o sistema.

A mudança começa no voto — e no voto consciente.

Se queremos um país com dignidade, segurança, oportunidade e justiça, precisamos parar de terceirizar responsabilidade.

O Brasil que existe hoje é reflexo das escolhas que fazemos.
E o Brasil que virá amanhã depende de quem colocamos no poder.

Se quer mudança, comece mudando o seu voto.

Do portal Sintonize o Som

Divulgação


Michelle Bolsonaro Mantém Firmeza: "Não Apoiarei Ciro Gomes, que Tanto Mal Causou à Minha Família"

 Por Equipe Sintonia O Som – 02 de dezembro de 2025

Em um momento de tensão interna no Partido Liberal (PL), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro reforçou, nesta terça-feira (2), sua posição contrária ao apoio à candidatura de Ciro Gomes (PSDB) ao governo do Ceará nas eleições de 2026. Em nota divulgada em seu perfil no Instagram, Michelle rebateu críticas de seus enteados – Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro – e pediu compreensão, mas deixou claro: "Eu jamais poderia concordar em ceder o meu apoio à candidatura de um homem que tanto mal causou ao meu marido e à minha família".

A declaração surge em meio a uma crise no clã Bolsonaro, desencadeada por uma articulação do PL no Ceará, liderada pelo deputado federal André Fernandes, para uma aliança com Ciro Gomes contra o governador petista Elmano de Freitas. Michelle, presidente do PL Mulher, já havia criticado a jogada durante um evento em Fortaleza na semana passada, chamando-a de "precipitada" e questionando a compatibilidade de valores entre o bolsonarismo e o ex-governador cearense.

Ressentimentos do Passado e Críticas à "Raposa Política"

Michelle não poupou palavras ao relembrar os ataques sofridos por Ciro Gomes contra Jair Bolsonaro ao longo dos anos. Em vídeos e postagens compartilhadas logo após a nota, ela destacou declarações do tucano que rotulou o ex-presidente de "genocida" durante a pandemia de Covid-19, "ladrão de galinha" e "capitão do mato". "Ciro Gomes não é e nunca será de direita. Nunca defenderá os nossos valores. Sempre será um perseguidor e um maledicente contra Bolsonaro", escreveu ela.

A ex-primeira-dama ainda ironizou a ideia de uma "união da direita" que, para ela, seria como "trocar Joseph Stalin por Vladimir Lenin". Michelle enfatizou que derrotar o PT exige coerência ideológica, e não alianças oportunistas. "Não basta derrotar o PT e a esquerda: é preciso fazê-lo mantendo-nos fiéis aos nossos valores e agirmos de maneira coerente com eles", completou.

Reação da Família e Suspensão das Negociações

Os filhos de Bolsonaro reagiram duramente às críticas iniciais de Michelle. Flávio Bolsonaro, em defesa de Fernandes, disse que a decisão de apoiar Ciro teve o aval do pai antes de sua prisão. Eduardo e Carlos ecoaram o apoio em comentários públicos, acusando a madrasta de "atropelar" a articulação política familiar.

Em resposta, Michelle adotou um tom conciliador na nota: "Respeito a opinião dos meus enteados, mas penso diferente. Peço que me entendam e me perdoem. Não foi minha intenção contrariá-los". Ela também revelou que Jair Bolsonaro não se manifestou explicitamente a favor da aliança durante suas visitas recentes à prisão, questionando se a posição é realmente dele.

O impacto foi imediato: horas após a nota, André Fernandes anunciou a suspensão "por tempo indeterminado" das negociações com Ciro Gomes. Em seguida, Michelle postou uma foto ao lado de Fernandes, Flávio, Valdemar Costa Neto (presidente do PL) e Aquiles Marinho, sinalizando uma possível pacificação interna no partido.

O Que Diz o Outro Lado?

Procurado pela imprensa, Ciro Gomes optou pelo silêncio sobre o episódio, focando em sua agenda para 2026. No PL, uma reunião de emergência marcada para esta terça-feira em Brasília visa "enquadrar" as divergências e empoderar Flávio Bolsonaro como articulador. Analistas veem o episódio como um teste para a coesão do bolsonarismo pós-prisão de Jair, com Michelle emergindo como voz conservadora e fiel aos princípios originais do movimento.

Nas redes sociais, o debate ferve. Usuários conservadores aplaudem Michelle por "não ceder a raposas políticas", enquanto outros questionam se a rejeição a Ciro não enfraquece a oposição ao PT no Nordeste.

Por Que Isso Importa para o Bolsonarismo?

A posição de Michelle reforça sua imagem como guardiã dos valores cristãos e conservadores do PL, especialmente em um momento em que o partido busca se reposicionar para 2026. Com Bolsonaro preso e a direita fragmentada, episódios como esse expõem as fissuras: pragmatismo eleitoral versus lealdade ideológica. Resta saber se a suspensão da aliança é temporária ou o fim de uma ponte que nunca deveria ter sido construída.

O Sintonia O Som acompanha de perto as movimentações da direita brasileira. Fique ligado para mais atualizações sobre essa novela política que mistura família, fé e ambição pelo poder.

Fontes: R7, UOL, SBT News, CNN Brasil e postagens recentes no X (antigo Twitter).

BRUNO SERTANEJO


Governo Articula Blindagem para Jorge Messias na CPMI do INSS: Votação Adiada e Tensões Crescentes no Congresso

Por Redação Sintonize o Som – Brasília, 27 de novembro de 2025

Em um movimento estratégico para proteger a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), o governo Lula conseguiu adiar, nesta quinta-feira (27), a votação sobre a convocação do atual advogado-geral da União (AGU) para depor na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. A manobra, vista como uma "blindagem" pela oposição, ocorre às vésperas da sabatina de Messias no Senado, marcada para 10 de dezembro, e reacende o debate sobre supostas omissões da AGU em fraudes bilionárias contra aposentados e pensionistas.

A CPMI, instalada para investigar descontos indevidos em benefícios previdenciários – um escândalo revelado por reportagens a partir de dezembro de 2023 e que levou à deflagração da Operação Sem Desconto pela Polícia Federal em abril deste ano –, aprovou mais de 300 requerimentos nesta sessão, incluindo pedidos de prisão preventiva e acareações. No entanto, seis itens relacionados à convocação de Messias foram retirados da pauta após uma reunião fechada entre líderes governistas e oposicionistas, postergando a deliberação para a próxima quinta-feira (4 de dezembro), última reunião do colegiado este ano.

O Contexto da Disputa: Fraudes no INSS e o Papel da AGU

O requerimento de convocação, apresentado pelo deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL na Câmara, acusa Messias de omissão ao não agir prontamente contra entidades suspeitas de fraudes, como o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi), presidido por José Ferreira da Silva, conhecido como Frei Chico – irmão do presidente Lula. De acordo com o documento, a AGU, responsável pela defesa judicial do governo e pela recuperação de valores desviados, teria ignorado alertas internos e demorado a incluir associações em pedidos de bloqueio de bens, limitando ações a apenas 12 entidades, apesar de indícios contra dezenas.

A oposição, liderada por parlamentares bolsonaristas, classifica a inércia como "prevaricação" e uma tentativa de proteger aliados do PT. "A AGU tem responsabilidade direta: deixou de agir, deixou de defender o povo e assistiu tudo calada. Isso tem nome: prevaricação", disparou Cavalcante em redes sociais. O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), reforçou que a convocação é essencial para "temas que envolvem o interesse público", prometendo transparência na votação futura: "O Brasil verá claramente quem quer esclarecer e quem quer blindar."

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bruno sertanejo

As fraudes no INSS, que lesaram milhões de beneficiários com descontos associativos irregulares, envolveram repasses milionários a empresas fantasmas e vazamentos de dados, conforme operações da PF como Egrégora, Data Leak e Unblok. A CPMI já ouviu depoimentos como o do contador Mauro Palombo Concílio, ligado a firmas que receberam valores suspeitos, e aprovou bloqueios de bens e investigações sobre parlamentares implicados.

A Resposta do Planalto: Votos Garantidos e Acusações de Instrumentalização Política

Do lado governista, a articulação foi celebrada como uma vitória tática. O deputado Paulo Pimenta (PT-RS), líder do governo na Câmara, afirmou à coluna do Metrópoles que o Palácio do Planalto já conta com votos suficientes para barrar a convocação, caso ela chegue à votação. "Uma convocação totalmente descabida que, com certeza, merece ser rejeitada. Temos votos suficientes para rejeitar essa convocação. Além disso, já garantimos os votos para aprovar o nome do Messias no Senado", declarou.

A senadora Eliziane Gama (PSD-MA), da base aliada, criticou a oposição por "instrumentalizar" a CPMI para desgastar Messias após sua indicação ao STF, anunciada em 20 de novembro. "Não havia essa inquietação com o Messias lá atrás, antes da indicação. Houve a indicação, aí houve uma polvorosa aqui na CPMI", apontou. Integrantes do governo admitem reservadamente que uma oitiva agora criaria um "ambiente político desconfortável", especialmente com insatisfações no Senado – como a do presidente Davi Alcolumbre (União-AP), que preferia outro nome para a vaga deixada por Luís Roberto Barroso.

O adiamento, negociado para evitar um racha no colegiado, também blindou outros alvos, como o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), convocado por um requerimento petista acusando-o de ligações com agências de consignados fraudulentos. A sessão desta quinta foi marcada por bate-bocas, com a oposição acusando o governo de obstrução e os governistas defendendo foco nas investigações reais.

Perspectivas: Sabatina no STF e o Futuro da CPMI

Com a votação adiada, Messias ganha fôlego para concentrar esforços na sabatina da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. No entanto, o episódio expõe fragilidades na indicação: além das resistências no Congresso, a proximidade com o escândalo do INSS – que custou os cargos do presidente do INSS e do ex-ministro Carlos Lupi – pode complicar sua aprovação. Analistas políticos preveem que, se aprovada a convocação na próxima semana, o depoimento se tornará um dos momentos mais quentes da CPMI, potencialmente influenciando o placar no STF.

Enquanto isso, a CPMI avança com diligências, incluindo pedidos de informação à PF sobre operações em curso. O caso reforça a necessidade de reformas na Previdência para coibir fraudes, mas o embate entre governo e oposição transforma a investigação em arena eleitoral antecipada, com aposentados como vítimas colaterais.

O Sintonize o Som acompanha de perto os desdobramentos. Fique ligado para atualizações sobre a sabatina de Messias e as próximas sessões da CPMI. Opiniões? Deixe nos comentários!

CPMI do INSS: Convocação de Jorge Messias Agita Comissão em Meio a Pressões Políticas

 A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que investiga um esquema bilionário de fraudes em descontos associativos de aposentados e pensionistas, vive um momento de tensão política. Nesta terça-feira (25), o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), anunciou que pautará para quinta-feira (27) a votação sobre a convocação do advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). A medida, que pode complicar a sabatina de Messias no Senado marcada para 10 de dezembro, reacende debates sobre suposta prevaricação da AGU em investigações prévias do esquema.

A CPMI, instalada em agosto e com prazo até março de 2026, já aprovou quebras de sigilo de cerca de 400 alvos e resultou em prisões históricas, como a do ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, na Operação Sem Desconto deflagrada pela Polícia Federal (PF) e Controladoria-Geral da União (CGU) em 13 de novembro. Especialistas comparam o impacto potencial da comissão à CPI da Covid-19 para o ex-presidente Jair Bolsonaro, mas com menor repercussão midiática – em parte, atribuída à prisão recente de Bolsonaro e ao foco em outros escândalos, como o do Banco Master.

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O Alvo: Jorge Messias e as Suspeitas de Inação da AGU

Messias, que assumiu a AGU em 2023, tornou-se o centro das críticas após revelações do jornal Estadão sobre um mapeamento interno da pasta em 2024, que identificou descontos ilegais e apontou suspeitas contra entidades ligadas ao irmão de Lula, Frei Chico (vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos – SINDNAPI). O relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), acusa a AGU de "medidas seletivas" que omitiram associações centrais no esquema, faturando R$ 714 milhões entre 2022 e 2025.

"Em temas que envolvem o interesse público, a verdade sempre encontra seu caminho", escreveu Viana em postagem no X (antigo Twitter), confirmando a pauta. O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), elevou o tom, prometendo levar o caso a órgãos de controle e acusando prevaricação. A oposição, como o senador Eduardo Girão (Novo-CE), vê na convocação uma oportunidade de barrar a indicação de Messias ao STF, enquanto a base governista pressiona por adiamentos.

A sessão de 27 de novembro será crucial: uma convocação obrigatória pode forçar Messias a depor sobre acordos para ressarcir vítimas, sob pena de crime de responsabilidade. Críticos, como o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), ironizam a "desmoralização parlamentar", alegando que depoentes comparecem "quando querem e falam só o que desejam", amparados por habeas corpus do STF.

O relator Gaspar denunciou "blindagem" a quatro depoentes que receberam R$ 10 milhões em propinas, incluindo ex-assessores de senadores como Weverton Rocha (PDT-MA) e Davi Alcolumbre (União-AP). Em 11 de novembro, a comissão ouviu Igor Dias Delecrode, dirigente da AASAP, apontado como fornecedor de ferramentas para fraudar biometria facial do INSS – ele se recusou a responder perguntas, protegido por habeas corpus.

Perspectivas: Relatório Final e Medidas Urgentes

A CPMI encerra sessões em 4 de dezembro, com foco em ressarcimentos – Viana propõe suspensão de 180 dias de consignados. O PL 1.546/2024, se sancionado, pode mitigar futuras fraudes, mas o governo hesita. "Não há na história uma CPI que tenha prendido mais pessoas", orgulha-se Viana, agradecendo ao ministro André Mendonça (STF).

Enquanto a votação de Messias pende, a comissão simboliza o embate entre accountability e impunidade. Para aposentados lesados, como os 2,4 milhões que recebem 13º a partir de 24 de novembro, a verdade não pode mais esperar. A sessão de quinta-feira dirá se o "caminho da verdade" será pavimentado – ou obstruído.

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Fontes Jornalísticas (Web)
  1. https://contilnetnoticias.com.br/2025/11/cpmi-do-inss-tera-na-pauta-votacao-para-convocacao-de-jorge-messias
  2. https://www.tribunadosertao.com.br/politica/2025/11/25/822288-presidente-da-cpmi-do-inss-pautara-votacao-sobre-convocacao-de-jorge-messias
  3. https://noticias.r7.com/brasilia/cpmi-do-inss-vota-convocacao-de-jorge-messias-nesta-quinta-feira-25112025
  4. https://www.otempo.com.br/politica/congresso/2025/11/25/cpi-do-inss-inclui-convocacao-de-jorge-messias-na-pauta-desta-semana
  5. https://www.dgabc.com.br/Noticia/4271224/presidente-da-cpmi-do-inss-diz-que-vai-pautar-votacao-da-convocacao-de-jorge-messias
  6. https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/11/25/presidente-cpmi-inss-pauta-votacao-convocacao-messias.ghtml
  7. https://odia.ig.com.br/brasil/2025/11/7169230-presidente-da-cpmi-do-inss-diz-que-vai-pautar-votacao-da-convocacao-de-jorge-messias.html
  8. https://www.band.com.br/noticias/presidente-da-cpmi-do-inss-diz-que-ira-pautar-convocacao-de-jorge-messias-202511250727
  9. https://oseringal.com.br/2025/11/cpmi-do-inss-deve-votar-convocacao-de-jorge-messias-na-quinta-feira
  10. https://www.terra.com.br/noticias/brasil/politica/presidente-da-cpmi-do-inss-diz-que-vai-pautar-votacao-da-convocacao-de-jorge-messias,0ad1fb9fb2221a9465b0eeffa4a7be877aaqhkku.html
  11. https://www.alagoas24horas.com.br/1706272/cpmi-do-inss-deve-votar-convocacao-de-jorge-messias-na-quinta-feira
  12. https://www.tribunadosertao.com.br/poder-e-governo/2025/11/25/822353-cpi-do-inss-vota-convocacao-de-jorge-messias-para-depor-sobre-fraudes-no-instituto
  13. https://www.infomoney.com.br/politica/presidente-da-cpmi-do-inss-vai-pautar-votacao-da-convocacao-de-jorge-messias
  14. https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2025/11/7299593-carlos-viana-colocara-em-pauta-convocacao-de-messias-na-cpmi-do-inss.html
  15. https://tribunadonorte.com.br/politica/presidente-da-cpmi-do-inss-diz-que-vai-pautar-votacao-da-convocacao-de-jorge-messias

Postagens no X (antigo Twitter)

  1. Carlos Viana (anúncio oficial) – https://x.com/carlosaviana/status/1993153718460555338
  2. Sandra Saray – https://x.com/Saray_sandrac/status/1993459190803685535
  3. Não É Imprensa – https://x.com/naoeimprensa/status/1993385790249091283
  4. Ivan Valente – https://x.com/IvanValente/status/1993316357790712119
  5. Orlando Silva – https://x.com/orlandosilva/status/1993304323309420585
  6. Metrópoles – https://x.com/Metropoles/status/1993438505847210425
  7. SPACE LIBERDADE (sabatina 10/12) – https://x.com/NewsLiberdade/status/1993425784803840493
  8. Tann Netto – https://x.com/TannNetto/status/1993445947851128988
  9. Análise Política 2 (pesquisas) – https://x.com/analise2025/status/1993424615977500757

Todos os links estavam ativos no momento da consulta (25/11/2025, 23h30 horário de Brasília).

A CORTINA DE FUMAÇA QUE ESCONDE A PODRIDÃO NO BRASIL

Enquanto o país inteiro debate se Jair Bolsonaro pode ou não voltar em 2026, se vai ou não à prisão, se é “perseguido” ou “herói”, uma cortina de fumaça gigantesca esconde o que realmente está apodrecendo o Brasil neste exato momento. São escândalos bilionários, filas de miséria, violência explodindo em silêncio, uma COP30 que custou bilhões e entregou quase nada, e um sistema financeiro que continua sangrando o dinheiro público. Abaixo, os fatos – sem narrativa, sem partido, só números e fontes oficiais.

1. Roubo Bilionário no INSS – R$ 6,3 bilhões desviados de aposentados

Operação Sem Desconto (PF/CGU – abril 2025) revelou o maior esquema de fraudes já descoberto no INSS. Associações fantasmas descontavam mensalidades diretamente na folha de pagamento de aposentados e pensionistas sem autorização.  

- Prejuízo estimado: R$ 6,3 bilhões (2019–2024)  

- 68 mil ações judiciais em andamento (até junho/2025)  

- 6 prisões, 6 servidores afastados e demissão do presidente do INSS, Alessandro Stefanutto  

- “Careca do INSS” (Antônio Carlos Camilo) preso como líder do esquema  

Até outubro, o Banco BMG devolveu apenas R$ 7 milhões às vítimas. A CPMI do INSS, instalada em agosto, ainda investiga se o esquema começou em governos anteriores.

2. Aumento da Violência – Os números que o governo não quer destacar

- Homicídios gerais caíram (21,2 por 100 mil em 2023 – menor em 11 anos), mas:  

  → Homicídios de mulheres subiram 2,5% (3.903 casos em 2023)  

  → 21,4 milhões de mulheres sofreram violência nos últimos 12 meses (março/2025) – aumento de 8 pontos percentuais  

  → Violência contra crianças e adolescentes: 115.384 casos em 2023 (+36,2%) – 13 crianças vítimas por hora  

  → 51.608 “homicídios ocultos” (mortes violentas indeterminadas) entre 2013 e 2023  

Fonte: Atlas da Violência 2025 (Ipea/FBSP)


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3. Fila do Bolsa Família explode – quase 1 milhão de famílias na espera

- Novembro 2025: 987.600 famílias na fila de pré-habilitados – maior número desde julho de 2022  

- Programa atende apenas 18,7 milhões de famílias – menor patamar desde 2022  

- Orçamento 2025: R$ 158,6 bilhões (R$ 9,6 bi a menos que 2024)  

- Já foram gastos R$ 146,5 bi até novembro – sobram R$ 12,1 bi para dezembro (folha mensal é R$ 12,7 bi)  

- 2,9 milhões de famílias foram excluídas por “aumento de renda” ou irregularidades no CadÚnico  

Resultado: quase 1 milhão de famílias com renda per capita até R$ 218 aguardam meses – muitas com crianças – sem saber se receberão o benefício antes do Natal.

4. COP30 em Belém – o maior fiasco climático da década

A conferência que custou bilhões ao contribuinte brasileiro terminou em 22 de novembro com um acordo fraco e uma lista vergonhosa de problemas:

- Baixa participação de chefes de Estado  

  → China, EUA (Trump) e Índia não enviaram líderes  

  → Apenas ~50 chefes de Estado (menor presença desde COP25 em 2019)

- Arrecadação pífia  

  → Fundo de Perdas e Danos: menos da metade da meta mínima  

  → Tropical Forests Forever Facility: meta US$ 25 bi → fechou com apenas US$ 5 bi em promessas  

  → Nenhum compromisso vinculante de fase-out de combustíveis fósseis

- Acidentes e caos operacional  

  → 20/nov: incêndio no pavilhão principal → evacuação de milhares, 13 intoxicados  

  → Hotéis inflacionados em até 300% → delegados dormindo em redes e navios

- Invasões e protestos  

  → Indígenas Munduruku e Tupinambá invadiram o centro de convenções  

  → Marcha de milhares nas ruas de Belém → maior manifestação desde COP26

- Desmatamento para infraestrutura  

  → Avenida Liberdade (13 km, 4 faixas): milhares de hectares de floresta derrubados para acesso à COP  

  → Obras aceleradas em 2025 contradizendo o discurso de “floresta em pé”

- Navios-cruzeiro a óleo fóssil  

  → MSC Virtuosa e Costa Deliziosa ancorados no rio Amazonas para abrigar delegados  

  → Emissões gigantescas em um evento que se dizia “carbono-neutro”

Resultado final: texto sem menção a combustíveis fósseis, financiamento climático vago e lobistas de petróleo em número maior que delegações de 190 países.

5. Escândalo Banco Master – R$ 41 bilhões evaporados em meses

- 18/nov/2025: Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Banco Master  

- Dono Daniel Vorcaro preso na Operação Compliance Zero (PF)  

- Fraude: venda de R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito fictícias ao BRB  

- Rombo total: R$ 41 bilhões (dívida de R$ 50 bi)  

- BRB injetou R$ 16,7 bilhões no Master com apoio político do governador Ibaneis Rocha  

- Rioprevidência (fundo de pensão do RJ) perdeu R$ 970 milhões  

Seis prisões, buscas no BRB e suspeitas de conluio com o Centrão para enfraquecer a autonomia do BC.

Conclusão: a cortina está rasgando

Bolsonaro domina 90% do noticiário político, mas o Brasil real de 2025 é este:  

- aposentados roubados  

- mulheres e crianças agredidas em casa  

- quase 1 milhão de famílias na fila da fome  

- uma COP30 que desmatou a Amazônia para receber navios a óleo  

- um banco que explodiu levando bilhões de dinheiro público e privado

Esses são os fatos. Enquanto discutimos o passado de um ex-presidente, o presente está sendo dilapidado diante dos nossos olhos.  

2026 é ano de eleição, mas o prejuízo está acontecendo agora.  

A cortina de fumaça não resiste a números.  

E os números não mentem.

Portal Sintonize o Som Com agências 

Fontes;

Operação Sem Desconto – Relatório da CGU e PF (abril/maio 2025)

https://www.gov.br/cgu/pt-br/assuntos/noticias/2025/05/operacao-sem-desconto

Dados de ações judiciais e devolução BMG

Conjur – 68 mil ações até junho 2025

https://www.conjur.com.br/2025-jun-15/inss-ja-enfrenta-68-mil-acoes-por-descontos-ilegal

Demissão de Alessandro Stefanutto e CPMI do INSS

Portal da Câmara dos Deputados – Instalação da CPMI em 07/08/2025

https://www.camara.leg.br/noticias/1088452-criada-cpmi-para-investigar-fraudes-no-inss

2. Aumento da Violência

Atlas da Violência 2025 – Ipea / Fórum Brasileiro de Segurança Pública

https://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/arquivos/downloads/atlas2025.pdf

Pesquisa Datafolha / Fórum Brasileiro de Segurança Pública (março 2025) – 21,4 milhões de mulheres vítimas

https://www.forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2025/03/pesquisa-violencia-mulheres-2025.pdf

3. Fila do Bolsa Família

Painel do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS) – atualização mensal

https://www.gov.br/mds/pt-br/acoes-e-programas/bolsa-familia/painel-de-acompanhamento

Reportagem Folha de S.Paulo – 987,6 mil famílias na fila (20/11/2025)

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/11/fila-bolsa-familia-987-mil-familias-novembro.shtml

Orçamento 2025 e execução financeira

Portal da Transparência – LOA 2025 e execução orçamentária

https://www.portaltransparencia.gov.br/programas-de-governo/825

4. COP30 – Belém 2025

Relatório final da COP30 (UNFCCC) – 22/11/2025

https://unfccc.int/cop30

Tropical Forests Forever Facility – apenas US$ 5 bi arrecadados

Reuters – 21/11/2025

https://www.reuters.com/sustainability/cop30-forest-fund-raises-just-5-bln-2025-11-21/

Incêndio no Hangar Convention Centre – 20/11/2025

BBC Brasil e Al Jazeera

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cpqj1e8e8jyo

Desmatamento da Avenida Liberdade

The Guardian – “Amazon rainforest cleared for COP30 access road” – 18/11/2025

https://www.theguardian.com/environment/2025/nov/18/amazon-road-cop30-brazil

Invasões indígenas

Mongabay – 14/11/2025

https://news.mongabay.com/2025/11/indigenous-protesters-storm-cop30-venue-in-belem/

5. Escândalo Banco Master

Comunicado do Banco Central – Liquidação extrajudicial 18/11/2025

https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/liquidacaoextrajudicial/2025/bancomaster

Operação Compliance Zero – Relatório da PF

https://www.pf.gov.br/imprensa/operacoes/compliance-zero

Rombo de R$ 41 bilhões e venda fictícia ao BRB

Estadão – 19/11/2025

https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,banco-master-rombo-41-bilhoes,70005123456

Prejuízo da Rioprevidência (R$ 970 milhões)

G1 Rio – 20/11/2025

https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2025/11/20/rioprevidencia-perde-r-970-milhoes-banco-master.ghtml