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Seguro-desemprego ganha reajuste em 2026: piso sobe para R$ 1.621 e teto para R$ 2.518,65.

 O Ministério do Trabalho e Emprego reajustou os valores do seguro-desemprego a partir de 12 de janeiro de 2026, com piso em R$ 1.621 e teto em R$ 2.518,65. O aumento acompanha o novo salário mínimo e a inflação acumulada pelo INPC de 3,9% em 2025.

Novos Valores

O piso do benefício segue o salário mínimo de R$ 1.621, um aumento de R$ 103 em relação aos R$ 1.518 anteriores. Já o teto subiu de R$ 2.424,11 para R$ 2.518,65, com ganho de R$ 94,54 para quem tem salário médio acima de R$ 3.703,99.

Tabela de Cálculo

Os valores são calculados com base na média das três últimas remunerações antes da demissão.

Salário médioValor da parcela
Até R$ 2.222,1780% do salário médio ou salário mínimo (o maior valor) 
R$ 2.222,18 a R$ 3.703,9950% sobre o excedente de R$ 2.222,17 + R$ 1.777,74 fixa 
Acima de R$ 3.703,99R$ 2.518,65 fixo 

Quem Tem Direito

Tem direito o trabalhador demitido sem justa causa, desempregado e sem renda própria suficiente para sustento familiar. Requisitos incluem pelo menos 12 meses de carteira assinada nos últimos 18 meses para o primeiro pedido, reduzindo para 9 ou 6 meses nos subsequentes. O pedido pode ser feito no Portal Emprega Brasil entre o 7º e o 120º dia da demissão.


“Captação recorde na Rouanet: R$ 9,2 bi com Lula e expansão para todas as regiões”

 Governo Lula alcança recorde histórico na Lei Rouanet em 2025, com R$ 3,41 bilhões captados, o maior valor desde a criação da lei em 1991. Esse montante representa crescimento de 12% sobre 2024 e 45% em relação a 2023, consolidando o terceiro ano consecutivo de expansão.

Dados de Captação

A captação total no terceiro ano de Lula soma R$ 9,2 bilhões em renúncia fiscal, igualando os quatro anos do governo Bolsonaro (média anual de R$ 2,3 bi vs. R$ 3,06 bi atual). Em 2025, foram aprovados 6.307 projetos, com 30.458 repasses, liderados por instituições como MASP (R$ 49,2 mi) e Inhotim (R$ 41,5 mi).

Maiores Patrocinadores

A Petrobras liderou com R$ 307,3 milhões investidos, alta de 1.500% ante 2022 (R$ 19,2 mi), seguida por Vale e Nubank. A estatal destaca que os valores são renúncia fiscal, sem aumento de despesa, priorizando diversidade e economia criativa em projetos nacionais.

Comparação Histórica

PeríodoCaptação Anual Média (R$ bi)Total (R$ bi)
Lula 3 (2023-2025)3,069,2
Bolsonaro (2019-2022)2,309,2

Críticas e Investigações

O disco gera debates sobre priorização de artistas alinhados ao governo e impacto fiscal em meio a déficit de R$ 83,3 bi em 2025. TCU apura irregularidades em eventos como festival com Lula, com R$ 600 mil não comprovados


Portal Sintonize o Som com agencias

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CFM Detalha 40 Denúncias com E-mails em Defesa de Sindicância sobre Bolsonaro

O Conselho Federal de Medicina (CFM) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) explicações sobre a sindicância anulada contra o atendimento médico a Jair Bolsonaro na prisão, citando mais de 40 denúncias formais protocoladas e anexando e-mails de remetentes como a deputada Bia Kicis (PL-DF) e o cientista político Luiz Carlos Ramiro Júnior. A medida ocorreu após ordem do ministro Alexandre de Moraes, que declarou a sindicância nula por ilegalidade e desvio de finalidade.

Contexto da Sindicância

O CFM determinou ao CRM-DF, em 7 de janeiro de 2026, a instauração imediata de sindicância para apurar denúncias sobre assistência médica a Bolsonaro, motivada por relatos de quedas, intercorrências clínicas e histórico complexo do ex-presidente. A nota pública do CFM destacou preocupação com monitoramento contínuo, autonomia médica e assistência em urgências, sem influência externa. Moraes anulou o ato, citando relatório da PF que atesta atendimento adequado no Hospital DF Star, sem sequelas.

Detalhes das Denúncias e E-mails

Até a anulação, mais de 40 denúncias foram recebidas, incluindo quatro iniciais de figuras como Bia Kicis e Ramiro Júnior, que alegavam intervenções "estranhas" ao ato médico, risco à vida e possível negligência por pressões institucionais. Os e-mails, enviados ao STF como prova, questionam se o tratamento respeita critérios técnicos, dignidade humana e ética médica. O CFM enfatizou que nem todas as denúncias foram encaminhadas ao CRM-DF devido à suspensão judicial.

Resposta do CFM e Medidas Posteriores


O presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, informou ao STF o cumprimento imediato da ordem de Moraes, interrompendo procedimentos e adequando ações institucionais. O conselho justificou sindicâncias como ferramenta legal desde 1984 para garantir ética, com 34 mil casos entre 2020-2025. Apesar das explicações, Gallo deve ser ouvido pela PF em até 10 dias.

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Renovação Automática da CNH é Assinada pelo Governo

O ministro dos Transportes, Renan Filho, assinou nesta sexta-feira (9 de janeiro de 2026) a medida provisória que institui a renovação automática e gratuita da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para motoristas sem infrações nos últimos 12 meses. A iniciativa, com efeito retroativo a 10 de dezembro de 2025, já beneficiou 371 mil condutores e promete economizar R$ 122 milhões em custos com renovações.

Como Funciona o Processo

Motoristas classificados como "bons condutores" no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC) recebem notificação no aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT) com o selo "Bom Condutor", indicando a renovação automática na data de vencimento, sem exames presenciais, deslocamento ao Detran ou taxas adicionais. A CNH digital é atualizada diretamente no sistema da Senatran, e a versão física pode ser solicitada ao Detran local mediante pagamento.

Quem Tem Direito ao Benefício

A renovação vale para condutores de todas as categorias, inclusive profissionais, que não cometeram infrações graves, médias ou leves nos últimos 12 meses e estão no RNPC. Exclusões incluem motoristas com 70 anos ou mais, e entre 50-69 anos apenas uma vez; também não se aplica a casos com validade reduzida por motivos médicos. Cerca de 70% dos condutores elegíveis para renovação entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026 já foram identificados como bons condutores.

Impactos e Detalhes Adicionais

A medida reduz em até 40% os custos médios de exames para habilitação e renovação, promovendo agilidade e incentivo à direção responsável. Notificações começaram a ser enviadas hoje, e o processo ocorre diariamente para vencimentos futuros.

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Bruno Sertanejo lança “Essa Cruz Não Quero Mais” – novo sertanejo emocional que fala de superação

BRUNO SERTANEJO
OUVIR NO SPOTIFY

O cantor Bruno Sertanejo apresenta seu novo lançamento, Essa Cruz Não Quero Mais, uma música sertaneja emocional que aborda dor, superação e a decisão de seguir em frente. Com letra forte e verdadeira, a canção traz uma narrativa que reflete a realidade de muitas pessoas que já carregaram pesos emocionais por tempo demais.

A música se destaca pela interpretação sincera de Bruno Sertanejo e por uma melodia envolvente, característica do sertanejo moderno. O refrão marcante reforça a mensagem central da canção: chega um momento em que é preciso se libertar daquilo que machuca e recomeçar.

“Essa Cruz Não Quero Mais” cresce de forma natural, conduzindo o ouvinte por uma história intensa, que começa na dor, passa pela reflexão e termina na libertação. É uma música feita para quem busca identificação, emoção e verdade nas letras.

Já disponível nas plataformas digitais, o novo single de Bruno Sertanejo vem conquistando espaço entre os fãs do sertanejo romântico e emocional, reforçando o nome do artista no cenário musical atual.

🎧 Ouça agora, adicione à sua playlist e acompanhe os próximos lançamentos de Bruno Sertanejo.

INSTAGRAM; brunosertanejooficial

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Moraes, o Mágico do STF: Anula Sindicância do CFM e Convoca Interrogatório – Enquanto Isso, os 129 Milhões da Esposa Fazem "Puf"!


Ah, o Brasil, terra de samba, futebol e decisões judiciais que mais parecem truques de ilusionista! No mais recente episódio da novela "O STF Contra o Mundo", o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu dar um show de mágica: com uma canetada só, anulou a sindicância aberta pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) sobre o atendimento médico ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Porque, né? Nada como um ministro do STF para ensinar aos médicos o que é ou não competência médica. "Flagrante ilegalidade e ausência de competência correicional do CFM em relação à Polícia Federal", decretou Moraes, demonstrando que, além de jurista, ele é especialista em desvio de finalidade – ou seria desvio de atenção?

Para quem perdeu o enredo: o CFM, essa entidade ousada que ousa fiscalizar a ética médica, havia determinado uma sindicância para apurar se Bolsonaro – que, segundo relatos, estaria enfrentando problemas de saúde em sua "estadia" sob custódia da PF – recebeu o atendimento adequado. Denúncias na imprensa e relatos de falta de assistência médica motivaram a nota pública do conselho, que instruiu o CRM-DF a investigar os fatos. Mas Moraes, sempre atento aos detalhes (exceto, talvez, aos seus próprios), viu nisso um "desvio de finalidade" e anulou tudo. E não parou por aí: mandou a Polícia Federal interrogar o presidente do CFM, Mauro Luiz de Britto Ribeiro, para explicar essa "conduta ilegal". Porque, claro, nada diz "democracia" como convocar um médico para depor na PF por ousar... bem, fazer o trabalho dele.

Agora, vamos ao truque principal: será que isso tudo não é uma elaborada cortina de fumaça? Enquanto o país discute se o CFM pode ou não bisbilhotar celas da PF, um elefante de 129 milhões de reais passeia tranquilamente pela sala. Sim, estamos falando do contrato milionário do escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, com o Banco Master – aquela instituição envolvida em fraudes bilionárias que o Banco Central precisou intervir para evitar um colapso maior que o ego de um político em campanha. O documento, revelado pela imprensa no final de 2025, previa pagamentos de R$ 129 milhões em três anos para serviços jurídicos. Prioridade total, segundo o banqueiro Daniel Vorcaro, que determinou que o escritório de Viviane (onde, aliás, trabalham dois filhos do casal) fosse tratado como VIP no meio da bagunça financeira.

Mas calma, não é bem assim – ou é? Algumas fontes juram que o contrato "não existe" ou foi mal interpretado, enquanto outras pedem investigação no Senado. Flávio Bolsonaro, por exemplo, já cobrou explicações, mas até agora, o silêncio é ensurdecedor. Será que Moraes, ao anular sindicâncias e convocar interrogatórios sobre saúde alheia, está apenas distraindo o público? Tipo daqueles mágicos que fazem o coelho sumir enquanto o assistente rouba a carteira da plateia? Nas redes, o burburinho é geral: posts questionam se o ministro não está "mandando no Brasil" via canetadas, enquanto o Banco Master e seus laços com figuras políticas (incluindo petistas e até o "careca do INSS") ficam no escuro.

No X (antigo Twitter), a reação é um misto de indignação e memes: "Agora médicos precisam de autorização do Moraes para tratar Bolsonaro?", ironiza um usuário. Outro vai direto ao ponto: "Deixamos de falar nos 129 milhões que a esposa do Moraes vai ganhar do banco pra focar nas maldades do psicopata. Quem manda no Brasil é o prostituído do Banco Master?" Até ex-ministros como Adolfo Sachsida veem nisso um "recado à sociedade civil": qualquer um que se manifeste pode acabar na PF.

No fim das contas, enquanto Bolsonaro espera por cuidados médicos (ou não), e o CFM se explica na PF, os 129 milhões continuam flutuando como um balão invisível. Moraes, o grande ilusionista, segue no palco, anulando aqui, interrogando ali. Mas cuidado: em mágica, o truque só funciona até o público perceber o espelho. E no Brasil de 2026, os espelhos estão quebrando rápido. Fica a dica, ministro: da próxima, use mais fumaça – ou quem sabe, explique o coelho?

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