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Jim Caviezel Vive Bolsonaro: Filme "Dark Horse" Revela Imagens de Bastidores e Entra em Polêmica



Sintonize o Som – 08 de dezembro de 2025 – O filme "Dark Horse" (O Azarão), que retrata Jair Bolsonaro como herói vítima de conspiração durante o atentado de 2018, vazou imagens dos bastidores com o ator Jim Caviezel, de "A Paixão de Cristo", no papel principal. As gravações, iniciadas em outubro em São Paulo, foram concluídas no Brasil após três meses, com a produção agora em pós nos EUA para estreia em 2026.

Elenco e Enredo Heroico

Jim Caviezel interpreta Bolsonaro, com Lynn Collins, Esai Morales e Felipe Folgosi como policial federal no elenco internacional. O roteiro de Mário Frias (PL-SP), dirigido por Cyrus Nowrasteh, foca o atentado em Juiz de Fora como trama de esquerda e crime organizado, incluindo flashbacks de Bolsonaro militar contra tráfico nos anos 80. Filhos como Flávio (Marcus Ornellas), Eduardo (Eddie Finlay) e Carlos (Sergio Barreto) aparecem em cenas hospitalares.

Vazamentos e Sigilo Extremo

Fotos e vídeos multiplicam-se nas redes apesar de força-tarefa anti-vazamento, com revistas em equipe e sigilo total por serem gravadas em inglês. Mário Frias compartilhou teaser nos bastidores, elogiando Caviezel como símbolo de fé e agradecendo Tarcísio de Freitas. Apoiadores celebram o projeto como batalha cultural via cinema.

O longa promete tom conservador, reacendendo debates sobre cinema político.

Paramount declara guerra à Netflix e lança megaoferta de...


Sintonize o Som – 08 de dezembro de 2025 – A Paramount Skydance elevou a disputa pelo controle da Warner Bros. Discovery a um novo patamar nesta segunda-feira (8), com uma oferta hostil de US$ 108,4 bilhões pela empresa inteira, superando o acordo recente da Netflix. A proposta, de US$ 30 por ação em dinheiro, representa um prêmio de 139% sobre o preço das ações e US$ 18 bilhões a mais em valor imediato que a oferta da Netflix, de US$ 27,75 por ação em mistura de dinheiro e ações pelos ativos de TV, cinema e streaming.

Contexto da Guerra de Lances

A Netflix anunciou na sexta-feira (5) a vitória em uma disputa que incluiu Paramount e Comcast, por um valor estimado em US$ 72 bilhões a US$ 82,7 bilhões, excluindo canais a cabo como CNN e TNT. A Paramount, liderada por David Ellison, submeteu seis propostas desde setembro, todas rejeitadas, e agora vai direto aos acionistas, acusando o conselho da Warner de favorecer a Netflix em um processo "tendencioso". As ações da Warner subiram 6,4% para US$ 27,60, enquanto as da Netflix caíram 4,7% e as da Paramount avançaram 5,5%.

Reações Políticas e Regulatórias

O presidente Donald Trump questionou publicamente o acordo Netflix-Warner, afirmando que monitorará o Departamento de Justiça, preocupado com a concentração de mercado. A Paramount destaca menor risco antitruste, com 43% do streaming global versus maior domínio da Netflix, e compromete US$ 54 bilhões em dívidas via Bank of America, Citi e Apollo, além de sinergias de US$ 6 bilhões. Críticos, incluindo sindicatos de Hollywood, temem demissões, cortes em produções cinematográficas e preços mais altos para consumidores.

Impactos para Hollywood e Streaming


A fusão Paramount-Warner preservaria a empresa inteira, impulsionando investimentos em conteúdo e cinemas, segundo Ellison, criando uma "Hollywood mais forte" contra big techs como Apple. A Netflix prometeu manter estreias nos cinemas e integrar HBO Max, mas enfrenta multa de US$ 5,8 bilhões se o deal falhar em aprovações. Analistas veem na disputa uma consolidação necessária no setor, pressionado por quedas em TV a cabo e concorrência feroz.



A Estratégia de Bolsonaro: Flávio como Pré-Candidato e a Pressão...

 A Estratégia de Bolsonaro: Flávio como Pré-Candidato e a Pressão pela Anistia aos Presos do 8 de Janeiro

Por Equipe Sintonize o Som – 08 de dezembro de 2025

Em um movimento que mistura astúcia familiar e sobrevivência política, o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso desde novembro na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, indicou seu filho mais velho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), como pré-candidato à Presidência da República nas eleições de 2026. A decisão, confirmada nesta sexta-feira (5) pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto, surge em meio a uma condenação que impõe 27 anos e três meses de prisão ao ex-mandatário por tentativa de golpe de Estado, além de inelegibilidade até 2060. Mas por trás da escolha, analistas veem uma estratégia clara: evitar o esquecimento do bolsonarismo e reacender o debate sobre a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes em Brasília.

 O Contexto da Prisão e da Inelegibilidade: Um Golpe Contra a Democracia?

A saga judicial de Bolsonaro ganhou contornos definitivos em setembro de 2025, quando a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) o condenou por liderar uma organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. A pena, em regime inicial fechado, foi ratificada em novembro, levando à prisão preventiva do ex-presidente após ele danificar a tornozeleira eletrônica durante prisão domiciliar.  Antes disso, decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já o tornavam inelegível até 2030 por abuso de poder político e uso indevido de meios de comunicação durante a campanha de 2022. 

Para os bolsonaristas, trata-se de uma "perseguição política" orquestrada pelo STF, especialmente pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso. A defesa alega parcialidade, ilegalidade na delação do ex-ajudante de ordens Mauro Cid e cerceamento de defesa, mas o STF rebateu, destacando provas irrefutáveis de uma trama para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva.  Sete aliados, incluindo ex-ministros como Walter Braga Netto e Augusto Heleno, também foram condenados, marcando a primeira vez na história brasileira que um ex-presidente é punido por tentativa de golpe.

Flávio Bolsonaro: O Herdeiro Escolhido para Não Esquecer o Nome da Família

Flávio, de 44 anos, advogado e empresário eleito senador pelo Rio de Janeiro em 2018, assumiu o papel de porta-voz oficial da família desde a prisão do pai. Em visita à PF na terça-feira (2), ele ouviu pessoalmente a indicação de Bolsonaro para liderar o PL na corrida presidencial. "É com grande responsabilidade que confirmo a decisão da maior liderança política e moral do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, de me conferir a missão de dar continuidade ao nosso projeto de nação", escreveu o senador em suas redes sociais.  

A escolha surpreendeu o mercado financeiro e parte da direita, que articulava nomes como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ou o irmão Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Flávio, visto como mais moderado que os irmãos, é apostado para unificar o PL e preservar o "capital político" da família, com viagens pelo país para montar palanques e confrontar o governo Lula. Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, deve disputar o Senado pelo DF, enquanto um nome de centro pode ser vice na chapa.  

No X (antigo Twitter), a reação foi imediata: apoiadores como Débora Menezes celebraram "o Capitão já decidiu", enquanto críticos, como o presidente do PP, Ciro Nogueira, questionam a viabilidade sem pesquisas sólidas.  Eduardo endossou "100%", mas o Centrão – que já negociava sucessores com Tarcísio – vê na jogada um risco de isolamento do bolsonarismo radical.   Flávio condicionou sua desistência à liberdade do pai: "Só se Bolsonaro estiver livre, nas urnas, caminhando com seus netos". 

A "Apunhalada pelas Costas" da Direita e do Centrão

Bolsonaro, outrora ícone da direita, sente o peso da traição interna. O Centrão, pragmático, preferia Tarcísio para alianças amplas e estabilidade econômica – uma chapa com Michelle como vice era o cenário ideal no Planalto.  A indicação de Flávio azedou relações: o mercado reagiu com queda no Ibovespa e alta do dólar, perdendo R$ 62 bilhões em valor de bancos.  Líderes como Nogueira e Antônio Rueda (União Brasil) enfatizam "compromisso com o Brasil que precisa avançar", sem endosso explícito.  No PL, a estratégia é clara: Flávio como "teste de viabilidade" para medir apoio antes de 2026. 

Anistia aos Presos do 8 de Janeiro: O Fogo que Não Pode Esfriar

Não deixar o tema "esfriar" é o segundo pilar da jogada. Flávio prioriza a anistia "ainda neste ano", ampliando o PL 2.162/2023 para incluir não só participantes, mas apoiadores – doações, logística e posts em redes.   Aprovada urgência na Câmara em setembro, a proposta perdoa crimes como descrédito eleitoral e ataques a instituições, exceto hediondos, beneficiando os 898 condenados até janeiro de 2025.  

O PL pressiona Hugo Motta (Republicanos-PB) para votação imediata, com mais de 300 votos na urgência anterior.  Mas o governo Lula mobiliza a base contra: "Não há ambiente político", diz José Guimarães (PT-CE).  Relator Paulinho da Força (Solidariedade-SP) chama de "sonho de verão" anistia a Bolsonaro, propondo apenas dosimetria de penas.  No Senado, Cleitinho (Republicanos-MG) clama por "ampla, geral e irrestrita".  No X, bolsonaristas ecoam: "Anistia já! Libertem os inocentes torturados". 

Juristas alertam: anistia a crimes contra a democracia é inconstitucional, como no indulto a Daniel Silveira derrubado pelo STF.  Ainda assim, o tema pacifica ou polariza? Para o Planalto, favorece Lula; para o bolsonarismo, é o grito de guerra.

O Que Vem Pela Frente: Uma Direita Dividida ou Unificada?

A estratégia de Bolsonaro é um xadrez arriscado: Flávio herda o legado, mas carrega rejeição (atrás de Lula em pesquisas) e o peso de escândalos como a "rachadinha".  O Centrão observa, e atos como a vigília de novembro mostram base fiel.  Se a anistia avançar, pode libertar o "Capitão" para as ruas em 2026 – o "preço" de Flávio. Caso contrário, o bolsonarismo arrisca isolamento.

No Sintonize o Som, vemos nisso o pulso de uma nação polarizada: o desejo de justiça versus o clamor por perdão. 2026 promete ser épico – ou explosivo. Fique ligado!

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Copa do Mundo 2026: FIFA Revela Tabela Completa com 104 Jogos em Três Países – Datas, Horários e Locais

A FIFA agitou o mundo do futebol nesta semana ao divulgar, em um evento glamoroso no Kennedy Center, em Washington, DC, a tabela completa da Copa do Mundo de 2026. Pela primeira vez na história, o torneio será disputado em três nações anfitriãs – Estados Unidos, México e Canadá –, com 48 seleções em campo e um recorde de 104 partidas espalhadas por 16 cidades e 39 dias de emoção pura. A bola rola em 11 de junho e só para na grande final, em 19 de julho, prometendo noites inesquecíveis para torcedores globais.

O anúncio veio logo após o sorteio dos grupos, realizado na sexta-feira (5), e foi apresentado pelo presidente da FIFA, Gianni Infantino, ao lado de lendas como Rio Ferdinand e estrelas como Kevin Hart e Heidi Klum. "Este será o maior Mundial de todos os tempos, com equilíbrio entre viagens, descanso para os jogadores e acessibilidade para os fãs em diferentes fusos horários", destacou Infantino. A tabela considera fatores como recuperação das equipes e otimização de deslocamentos, em um torneio que cruza quatro fusos horários.

Um Torneio Expandido: Formato e Destaques

Com a ampliação para 48 times, a fase de grupos conta com 12 chaves de quatro seleções cada. Os dois primeiros de cada grupo avançam diretamente às oitavas de final, enquanto os oito melhores terceiros também seguem para o mata-mata – uma novidade que injeta ainda mais imprevisibilidade. Das 104 partidas, 78 serão nos EUA (incluindo todas as fases eliminatórias a partir das quartas), 13 no Canadá e 13 no México.

A abertura será histórica: México x África do Sul, no icônico Estádio Azteca, na Cidade do México, em 11 de junho, às 13h (horário local, 15h de Brasília). No dia seguinte, os coanfitriões EUA e Canadá estreiam – os americanos contra o Paraguai, em Los Angeles, e os canadenses em Toronto. A final, no MetLife Stadium (chamado temporariamente de New York New Jersey Stadium), em East Rutherford (Nova Jersey), rola em 19 de julho, às 15h locais (20h de Brasília), com show de meio-tempo estrelado por Coldplay, inspirado no Super Bowl da NFL.



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Os horários das partidas foram ajustados para maximizar audiências globais: a maioria começa entre 12h e 21h (horário local), com foco em turnos da tarde e noite nos EUA para evitar o calor excessivo. Todos os estádios terão nomes "neutros" durante o evento, sem patrocínios, por exigência da FIFA.

 As Sedes: 16 Cidades, 16 Estádios Épicos

As 16 sedes foram escolhidas para equilibrar geografia e capacidade, totalizando mais de 2 milhões de assentos. 

Tabela da Fase de Grupos: Datas, Horários e Locais (Horários de Brasília)

A fase de grupos vai de 11 de junho a 28 de junho, com três rodadas por equipe. Abaixo, um resumo por grupo, com horários em Brasília (ajustados para UTC-3). Times da repescagem (playoff) serão definidos em março de 2026. Para a tabela completa, baixe o PDF oficial da FIFA.

**Grupo A (México, Polônia, Coreia do Sul, Repescagem 6)**  

- 11/06: México x África do Sul – 15h – Estadio Azteca (Cidade do México)  

- 13/06: Polônia x Repescagem 6 – 22h – Estadio Akron (Guadalajara)  

- 16/06: México x Coreia do Sul – 19h – Estadio Azteca  

**Grupo B (Canadá, Nova Zelândia, Irã, Repescagem 5)**  

- 12/06: Canadá x Nova Zelândia – 21h – BMO Field (Toronto)  

- 17/06: Irã x Repescagem 5 – 16h – BC Place (Vancouver)  

- 22/06: Canadá x Irã – 19h – BMO Field  

**Grupo C (Brasil, Marrocos, Escócia, Haiti)** – Destaque para a Canarinho!  

- 13/06: Brasil x Marrocos – 20h – MetLife Stadium (Nova Jersey)  

- 17/06: Escócia x Haiti – 22h – Lincoln Financial Field (Filadélfia)  

- 19/06: Brasil x Haiti – 23h – Lincoln Financial Field  

- 24/06: Escócia x Brasil – 20h – Hard Rock Stadium (Miami)  

**Grupo D (EUA, Paraguai, Austrália, Repescagem 4)**  

- 12/06: EUA x Paraguai – 00h (13/06) – SoFi Stadium (Los Angeles)  

- 19/06: Austrália x Repescagem 4 – 22h – Lumen Field (Seattle)  

- 25/06: EUA x Repescagem 4 – 01h (26/06) – SoFi Stadium  

Outros grupos seguem padrão similar, com jogos diários. Destaques: França x Repescagem 2 em 22/06, às 20h, em Filadélfia; e Portugal x Repescagem 1 em data a definir, em Houston.

Fases Eliminatórias: Caminho para a Glória

- **Rodada 32 (28/06 a 03/07)**: 32 jogos, como 2ºA x 2ºB em 28/06, 18h, Los Angeles.  

- **Oitavas (05/07 a 08/07)**: Em cidades como Boston e Atlanta.  

- **Quartas (11/07 a 12/07)**: Atlanta, Miami, Kansas City e Nova Jersey.  

- **Semifinais (14/07 e 15/07)**: Los Angeles, San Francisco e Boston.  

- **Disputa de 3º Lugar (18/07)**: Dallas, 20h.  

- **Final (19/07)**: Nova Jersey, 20h.  

Ingressos e Legado

Os ingressos saem à venda em 2026, via site da FIFA – fique ligado! O torneio promete impacto econômico de US$ 5 bilhões e legado em infraestrutura, como reformas em estádios canadenses. Para o Brasil, é chance de hexa: Dorival Júnior já planeja a campanha no Grupo C, que parece acessível, mas com armadilhas como o Marrocos, vice-campeão de 2022.

A Copa 2026 não é só futebol – é uma festa continental. No Sintonize o Som, vamos cobrir tudo: 

Qual seu palpite para a final? Comente abaixo!

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Sorteio da Copa 2026: FIFA Define Grupos Hoje em Washington

 A FIFA realiza nesta sexta-feira (5), em Washington, nos Estados Unidos, o sorteio dos 12 grupos da Copa do Mundo de 2026, que pela primeira vez reunirá 48 seleções em Canadá, México e EUA. O Brasil está no Pote 1, ao lado de anfitriões e potências como Espanha, Argentina e França, garantindo equilíbrio nos grupos com quatro equipes cada. Os dois melhores de cada chave e os oito melhores terceiros avançam ao mata-mata.

Composição dos Potes

Os potes foram definidos pelo ranking FIFA, com anfitriões fixos: México no A1, Canadá no B1 e EUA no D1.

  • Pote 1: EUA, México, Canadá, Espanha, Argentina, França, Inglaterra, Brasil, Portugal, Holanda, Bélgica, Alemanha.

  • Pote 2: Croácia, Marrocos, Colômbia, Uruguai, Suíça, Japão, Senegal, Irã, Coreia do Sul, Equador, Áustria, Austrália.

  • Pote 3: Noruega, Panamá, Egito, Argélia, Escócia, Paraguai, Tunísia, Costa do Marrocos, Uzbequistão, Catar, Arábia Saudita, África do Sul.

  • Pote 4: Jordânia, Cabo Verde, Gana, Curaçao, Haiti, Nova Zelândia e vencedores de playoffs UEFA e intercontinentais.

Regras e Expectativas

Espanha e Argentina, líderes do ranking, serão alocadas em trajetórias opostas, assim como França e Inglaterra. Playoffs intercontinentais incluem RD Congo, Jamaica, Bolívia e outros, definindo os últimos vagas. No Sintonize o Som, torcedores aguardam hinos e trilhas épicas nos estádios

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Netflix Compra Warner Bros por US$ 72 Bilhões



A Netflix anunciou nesta sexta-feira (5) a aquisição dos estúdios de TV e cinema, além da divisão de streaming da Warner Bros. Discovery, por US$ 72 bilhões (cerca de R$ 382 bilhões), em um acordo que pode transformar o mapa do entretenimento global. O negócio, avaliado em US$ 82,7 bilhões incluindo dívidas, inclui ativos como HBO Max, HBO, franquias Harry Potter, Game of Thrones e Universo DC, superando a compra da Fox pela Disney em 2019. A transação depende de aprovação regulatória nos EUA e Europa, com conclusão prevista após separação da Discovery Global no terceiro trimestre de 2026.

Detalhes do Acordo

Ted Sarandos, co-CEO da Netflix, destacou a união de narrativas para oferecer mais conteúdo ao público, enquanto David Zaslav, CEO da Warner, enfatizou o alcance ampliado. A Netflix promete manter lançamentos da Warner nos cinemas e integrar o HBO Max para reduzir custos aos assinantes, fortalecendo expansão em games e eventos ao vivo. O pagamento será majoritariamente em dinheiro, após a Netflix vencer leilão contra rivais como Paramount/Skydance e Comcast.

Impactos no Mercado


A operação soma quase 130 milhões de assinantes e reduz a dependência da Netflix de estúdios externos, controlando um catálogo histórico de Hollywood. No Brasil, fãs de séries como The Big Bang Theory e filmes como O Mágico de Oz ganham acesso unificado, mas analistas alertam para sobreposição de públicos e queda nas ações da Netflix. A aquisição exclui canais como CNN e TNT da Warner.

Controvérsias e Desafios

Produtores de cinema nos EUA expressam preocupações ao Congresso, temendo que a Netflix priorize streaming em detrimento das salas de exibição. Questões antitruste e intervenção governamental preocupam reguladores, enquanto o mercado avalia se o negócio revitalizará ações da gigante do streaming. Para o portal Sintonize o Som, a fusão promete mais opções musicais em trilhas sonoras de blockbusters DC e HBO.

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Flávio Bolsonaro é Indicado Pré-Candidato à Presidência pelo Pai

Com medo de ser traído pela direita, Bolsonaro acaba com as especulações indicando seu Filho, Flávio Bolsonaro.


Flávio Bolsonaro (PL-RJ), senador e filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, anunciou nesta sexta-feira (5) sua pré-candidatura à Presidência da República em 2026, após receber indicação direta do pai, que cumpre pena na Polícia Federal em Brasília. A decisão consolida a transição no bolsonarismo, com Flávio assumindo a liderança do PL para dar continuidade ao "projeto de nação" da família. O anúncio ocorre em meio a disputas na direita, com nomes como Tarcísio de Freitas e Romeu Zema no radar.

Contexto da Indicação

Jair Bolsonaro, inelegível e preso desde o mês passado por "tentativa de golpe de Estado", manifestou a aliados o desejo de lançar o filho como sucessor político, conforme confirmado pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto. Flávio visitou o pai na Superintendência da PF na terça-feira (2), onde a escolha foi reforçada em conversa de meia hora. Eduardo Bolsonaro (PL-SP), irmão do pré-candidato, declarou apoio total à empreitada.​

Discurso e Críticas

No anúncio via redes sociais, Flávio adotou tom messiânico e religioso, criticando "instabilidade, insegurança e desânimo" no Brasil, com menções a violência, alta de impostos, denúncias em estatais e dificuldades de aposentados. Ele se colocou "diante de Deus e do Brasil" para cumprir a missão, afirmando que "Deus não abandona a nação". A pré-candidatura enfrenta resistências internas no PL e na família, mas busca conter fragmentação na base bolsonarista.
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Desafios à Frente

Com 44 anos, advogado e ex-deputado estadual, Flávio tem mandato de senador até 2027 e agora lidera a reorganização do grupo. A prisão de Jair acirrou a corrida na direita, onde Tarcísio (governador de SP) surge como forte concorrente contra uma possível reeleição de Lula. O PL avalia a viabilidade da nomeação em convenção partidária.

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Governo Lula consegue barrar convocação do Lulinha para CPMI do INSS

Brasília, 4 de dezembro de 2025 – A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS rejeitou nesta quinta-feira (4) a convocação do empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A votação terminou em 19 votos contrários e 12 favoráveis, garantindo uma vitória para a base governista que mobilizou sua maioria para impedir o avanço da oposição.​

Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. foto reprodução/internet


Acusações e contexto da "farra no INSS"

O requerimento, apresentado pelo deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), baseou-se em depoimentos recentes à Polícia Federal. Uma testemunha, ex-funcionário de Antônio Carlos Camilo Antunes (o "Careca do INSS"), afirmou que Lulinha recebia uma "mesada" de cerca de R$ 300 mil do empresário, apontado como operador central das fraudes em descontos indevidos de aposentados. A defesa de Lulinha classificou as alegações como "pirotécnicas" e sem provas concretas.​​

A CPMI investiga a "farra do INSS", esquema revelado em 2023 que movimentou bilhões em descontos fraudulentos de associações em benefícios previdenciários. A operação policial Sem Desconto, deflagrada em abril, levou à demissão do ex-presidente do INSS e do ministro Carlos Lupi, com foco em filiações irregulares e desvios.​

Outras decisões e rumos da comissão

Na mesma sessão, a CPMI aprovou a convocação do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), mas rejeitou pedidos para ouvir chefes de bancos como C6, Santander e a presidente do Banco Crefisa, Leila Pereira. O presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), pediu prorrogação dos trabalhos por 60 dias, decisão que depende do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre.​​

A sessão marcou o fim das atividades da CPMI em 2025, com depoimentos remarcados para após o recesso, em fevereiro. A oposição criticou a rejeição como "blindagem" ao governo, enquanto aliados destacam a falta de vínculo direto de Lulinha com as fraudes.

Sintonize o Som acompanha de perto as movimentações políticas em Brasília e os impactos na Previdência Social. Fique ligado para atualizações!



A CULPA É SUA!

Se existe alguém passando fome neste país, a culpa também é sua.
Se falta emprego, se o comércio fecha as portas, se os jovens perdem o futuro, a culpa é sua.
Se a violência cresce e a sensação de insegurança domina as ruas, a culpa é sua.
Se a carga tributária continua sufocando quem trabalha, enquanto serviços públicos desabam, a culpa é sua.
Se a impunidade se tornou rotina, a culpa é sua.

Porque, quando você escolhe — consciente — votar em políticos conhecidos por escândalos, desvios e promessas vazias, está assinando um contrato autorizando-os a repetir tudo aquilo que já mostraram saber fazer: desperdiçar dinheiro público, transformar esperança em frustração e tratar o país como se fosse propriedade particular.

O Brasil não chegou a esse ponto por acaso.
Chegou porque muitos preferem fechar os olhos, aceitar migalhas, trocar o futuro por favores momentâneos, acreditar em discursos decorados e ignorar fatos escancarados.

Enquanto continuarmos elegendo quem enriquece às custas da fome do povo, quem usa o cargo para benefício próprio, quem transforma corrupção em método de governo, nada vai mudar.
E não adianta apontar o dedo para Brasília, para o vizinho, para o sistema.

A mudança começa no voto — e no voto consciente.

Se queremos um país com dignidade, segurança, oportunidade e justiça, precisamos parar de terceirizar responsabilidade.

O Brasil que existe hoje é reflexo das escolhas que fazemos.
E o Brasil que virá amanhã depende de quem colocamos no poder.

Se quer mudança, comece mudando o seu voto.

Do portal Sintonize o Som

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